Natureza, Passeios

As hortênsias de Campos do Jordão

Um dos trunfos do verão de Campos do Jordão são as hortênsias. Várias regiões da cidade apresentam corredores da flor e boa parte das margens da estrada de ferro de Campos do Jordão é ornamentada por elas. De diferentes cores, as hortênsias são um espetáculo para os olhos e encantam os turistas que visitam a cidade nas férias de fim de ano.

hortênsias

A hortênsia é originária da Ásia e no Japão é considera a flor símbolo do verão nipônico. Chamada de Ajisai pelos japoneses, a flor é celebrada em diversos festivais do país e tratada como um símbolo que expressa os sentimentos mais sinceros, seja de desculpas, de agradecimento, de alegria ou de tristeza. E como florescem somente durante o verão quente e chuvoso, a temporada para aprecia-las é bastante curta, durando em média apenas dois meses.

hortênsias

Campos do Jordão apresenta um verão bastante parecido com o de algumas regiões do Japão, mas a temporada das hortênsias na cidade, talvez por se tratar de uma região de floresta tropical de altitude, dura um pouco mais, cerca de três meses e meio, indo de meados de novembro a fevereiro. E assim como acontece no Japão, um festival celebra o florescer das hortênsias na cidade.

Hortênsias na região do bairro rural da Campista.

Hortênsias na região do bairro rural da Campista.

Promovido pela colônia japonesa de Campos do Jordão e região, a Festa das Hortênsias costuma acontecer no último final de semana de novembro ou no primeiro final de semana de dezembro. Toda decorada com as flores a festa é muito bonita e conta com pratos típicos da culinária japonesa como tempurá, sushi e sashimi e apresentações de danças e músicas tradicionais do Japão.

Grupo de Taikô se apresentando na festa de 2009. Foto por Lauro Jeans

Grupo de Taikô se apresentando na festa de 2009.
Foto por Lauro Jeans

A Festa das Hortênsias costuma ser realizada nas dependências do Recanto Sakura Home. O local onde a festa acontece se chama Parque das Cerejeiras. O parque mantém um lindo e bucólico bosque, excelente para caminhadas tranquilas e reconfortantes para apreciar as flores de cada época do ano. Com destaque para os meses de julho a setembro, das belíssimas cerejeiras em flor, e o verão das lindas hortênsias.

#Ficaadica

A Festa das Hortênsias é excelente para famílias e grupos de excursão, sobretudo da terceira idade.

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bônus

Leia também sobre a belíssima Festa das Cerejeiras.

Para saber mais sobre as hortênsias e Campos do Jordão, clique aqui.

Saiba como cultivar hortênsias, clique aqui.

SERVIÇO
Local: Parque das Cerejeiras
Endereço: Avenida Tassaburo Yamaguchi, 2473, Vila Albertina – Campos do Jordão
Mais informações: (12) 3662-2911

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Pedra do Baú - Campos do Jordão - São Bento do Sapucaí
Natureza, Passeios, Roteiro Família, Roteiros de Aventura

O Circuito Turístico da lendária Pedra do Baú

Nós do Boulevard Geneve entendemos o fascínio que o comendador José Alfredo, protagonista da novela Império, nutria pelo Monte Roraima a ponto de encher a boca para chamá-lo de “meu monte”. O mesmo acontece com a gente, só que com a Pedra do Baú. Mas diferente do personagem da novela que parecia querer o monte só pra ele, a nós interessa muito mais compartilhar a beleza e a incrível sensação que é desbravar o alto da Pedra do Baú. Como ensina o montanhista mais célebre do século XX, Alexander Supertramp, “a felicidade só é real quando compartilhada”. E visitar a Pedra do Baú e os seus arredores é uma experiência transformadora que merece ser vivida por todas as pessoas.

O que é que tem lá cima?

O alto das montanhas sempre intrigou o homem. Mais pelo fascínio e curiosidade do que pelo desafio do risco. Em toda a história da humanidade os grandes picos de altitude sempre foram considerados lugares místicos ou sagrados. Na Grécia Antiga o Monte Olimpo era a residência dos deuses. Na mitologia Taoísta, os imortais viviam nos montes mais altos. No Brasil o Monte Roraima é considerado a morada do Deus Macunaíma. No folclore japonês as montanhas são sagradas e o Monte Fuji, por exemplo, era até pouco tempo considerado por muitos uma passagem para outro mundo. Ainda no tópico de paraísos na terra, o mundo sagrado de Shangri-la para os tibetanos pode ser alcançado pelas montanhas do Himalaia. E mais recentemente na literatura moderna muitos escritores foram para o alto das montanhas a fim de se redescobrirem. Como é o caso de Jack Kerouack, Thoreau e Jon Krakauer, este último autor da biografia do andarilho Chris McCandless, o Supertramp, que inspirou o cultuado filme Na Natureza Selvagem.

pedra do baú

Pedra do Baú
1950 metros de altitude

Não é perigoso, é revelador

Mas esse aspecto de transformação pessoal/mística experimentado por quem sobe uma montanha hoje em dia muitas vezes é ofuscado por uma ideia equivocada muito forte em quem vive em centros urbanos: a ideia de que práticas como o trekking e o montanhismo são atividades radicais, de risco e que exigem muito do corpo. Algo reservado a poucos aventureiros super bem preparados. Quando na verdade subir uma montanha é algo que está ao alcance de todos. Uma prática que pode ser encarada e vivida por todos. E o melhor: uma prática que costuma culminar numa sensação de algo sublime, uma sensação que só o contato estreito com a energia e imensidão da montanha consegue despertar, um sentimento que se aguça com a vista maravilhosa do cume e que nos permite enxergar e sentir que fazemos parte de um todo muito maior, um todo que nunca vamos compreender, mas que de repente passamos a sentir orgulho de pertencer. A natureza.

pedra do baú

O barato do Montanhismo: Se sentir pequeno, mas ao mesmo tempo importante. Parte de algo maior.

O nosso monte

Em Campos do Jordão são muitos os picos que possibilitam essa experiência mais íntima com a natureza, mas dentre todos a Pedra do Baú se destaca. A Pedra do Baú é sem dúvida um dos cartões postais mais marcantes da cidade. É comum guias turísticos e materiais de divulgação sobre Campos trazerem imagens da pedra. Ainda que a pedra esteja localizada na cidade de São Bento do Sapucaí, a formação rochosa é um dos principais pontos turísticos de Campos do Jordão devido o fácil acesso a ela encontrado no município.

pedra do baú

Dizem que o sertanista Oyaguara, primeiro homem branco a por os pés na Serra da Mantiqueira, depois que viu essa vista saiu espalhando para todo mundo.

Outro motivo pelo qual a pedra é tão querida por Campos do Jordão é a vista privilegiada que a cidade tem para ela. Uma vista bem mais majestosa que a de cidades vizinhas. Isso porque vista da área urbana de São Bento do Sapucaí a pedra é estreita; de Sapucaí-Mirim vê-se o contorno de uma lasca de pedra; de Pouso Alegre a imagem que temos da pedra é chata e larga, mas vista de Campos do Jordão é linda, ampla, um ‘baú de pedra” compacta.

pedra do baú

Pedra do Baú vista de Campos do Jordão

Origens

A Pedra do Baú era chamada pelos índios de Embahú (“ponto de vigia” em tupi-guarani). Após as primeiras expedições bandeirantes pela serra da Mantiqueira a pedra passou a ser chamada de Pedra da Canastra (baú grande de guardar pertences), nome dado pelos tropeiros e caboclos da região. Hoje, no entanto, o nome Baú consegue agradar até os historiadores mais puristas, e presta tributo aos dois nomes originais da pedra.

pedra do baú high line

Sempre presente – A Pedra do Baú faz parte do plano de fundo de Campos do Jordão.

Os Pioneiros

O imenso Baú sempre instigou a curiosidade de muita gente. Lendas dão conta que muitos caboclos, tropeiros e fazendeiros acreditavam que havia um “tesouro dos índios” escondido numa gruta, no alto da pedra. E foi esse tesouro que levou os irmãos Antônio e João Cortez a escalarem a pedra. E reza outra lenda foi numa noite de sono agitado em 12 de agosto de 1940 que Antônio sonhou que estava próximo à pedra e uma mulher desconhecida indicou-lhe o lugar onde ele poderia subir. O aventureiro então acordou de sobressalto às três horas da manhã, chamou o irmão e ambos seguiram para a pedra. Lá chegando, Cortez logo identificou o local indicado no sonho e iniciou a escalada. E após onze longos anos de tentativas frustradas Antônio Cortez foi o primeiro homem a subir e correr sobre a pedra, de ponta a ponta.

Anos 40 - Escadinhas da face norte da pedra.

Anos 40 – Escadinhas da face norte da pedra.

Foi assim, sem equipamentos apropriados, sem conhecimento da arte da escalada, sem mapas, apenas guiados por um sonho que os irmãos Cortez conquistaram o topo do Baú. Uma proeza até hoje considerada um marco no montanhismo brasileiro pela ousadia e coragem.

Pioneiro - Antônio Cortez, primeiro homem a escalar a Pedra do Baú.

Pioneiro – Antônio Cortez, primeiro homem a escalar a Pedra do Baú.

E como conta o historiador Pedro Paulo Filho, o espanto na época foi geral. Quando os primeiros raios de Sol iluminaram a pedra, os lavradores da redondeza viram um homem correndo no alto da pedra. Muitos chegaram a pensar que se tratava do diabo em forma de gente, pois jamais alguém havia realizado tamanha façanha. Lá em cima, no entanto, os irmãos Cortez não encontraram nenhum tesouro, mas fizeram algum dinheiro dois anos depois do feito, quando foram encarregados da obra de construção das escadas que hoje possibilitam que qualquer pessoa suba a lendária Pedra do Baú.

chalé pedra do baú

Abrigo Antônio Cortez – Um chalé montanhês no alto da Pedra do Baú.

Além das escadas os irmãos Cortez também participaram da construção de um chalé em cima da Pedra do Baú.  A construção foi patrocinada pelo visionário empresário Luís Dumont Villares, neto de Santos Dumont. Villares era proprietário de uma fazenda em São Bento do Sapucaí com vista privilegiada para a pedra, e esta fascinava a todos de sua família. Encantado com a ideia da possibilidade recente de atingir o cume da pedra o empresário entusiasmou-se e decidiu bancar também a  construção da obra do primeiro abrigo de montanha do país. Para tanto convocou outro visionário, o engenheiro Floriano Rodrigues Pinheiro. O resultado foi um chalé de tijolos e madeira no topo da pedra. De portas abertas para o pernoite de qualquer  aventureiro, a casa tinha um inovador sistema de armazenamento das águas das chuvas, lareira e um livro de cume no seu interior para relato das histórias de quem passava por lá. Hoje, infelizmente, do chalé só restam partes da fundação da obra. Durante anos vândalos subiram a pedra para saquear e degradar o chalé o que levou à destruição completa do abrigo.

No convite de inauguração lê-se: O abrigo Antônio Cortês foi construído em cima da Pedra do Baú à 1900 metros de altitude. Tem uma sala com lareira e um dormitório com 13 camas de campanha. É público e aberto aos turistas que desejarem pernoitar. A Pedra do Baú foi escalada pela primeira vez em 1942(“sic” erro do material de divulgação, o correto é 1940) pelos irmãos Antônio e João Cortês.

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Convite para a inauguração do abrigo Montanhês: Teve bom, teve até churrasco 🙂

Ecoturismo

Graças aos irmãos Cortez hoje milhares de pessoas podem subir até o topo da Pedra do Baú e se encantar com a vista panorâmica da mata atlântica, do Vale do Paraíba e do Sul de Minas. O conjunto de montanhas rochosas da Pedra do Baú é formado pelas pedras do Bauzinho, Baú e Ana Chata. O ponto culminante fica a 1950 metros e a vista exuberante atrai milhares de turistas todos os anos. E o Circuito Turístico da Pedra do Baú conta com uma infraestrutura que abarca diversas práticas de esportes ao ar livre, com agências de turismo ecológico e de aventura certificadas que prestam tais serviços, bem como um polo de hotéis, pousadas e restaurantes que servem de base para os turistas.

02.1

#WTF – Especialistas costumam chamar formações rochosas de acidentes geológicos. Nós do Boulevard Geneve chamamos de obra prima de Deus mesmo. Na foto: à esquerda o Baúzinho, no meio a Pedra do Baú e à direita Ana Chata.

Qual a boa?

Montanhismo: Várias trilhas circundam o Bauzinho, Baú e Ana Chata e levam ao cume dessas montanhas. Todas brindam os visitantes com vistas incríveis.

A mais fácil exige apenas 10 minutos de caminhada e leva ao cume do Bauzinho, também chamada pelos locais de Pedrinha. Mesmo pessoas da terceira idade(claro que com os joelhos e a saúde em dia) e crianças tiram de letra a empreitada . Já o topo de Ana Chata é mais desafiador e exige mais esforço, entre 2 a 2h30 de caminhada, passando por uma gruta onde os morcegos dormem durante o dia.

Pedra_do_Baú_-_Campos_do_Jordão_-_São_Paulo

E aí vai encarar?

Mas a que oferece mais emoção e um visual espetacular durante a subida é a rota dos irmãos Cortez para a Pedra do Baú, com cerca de 4 horas de duração(trilha mais subida). Existem duas opções de trilha, ambas contam com uma escada de ferro que vai do pé ao cume. A da face norte, voltada para cidade de São Bento do Sapucaí apresenta às costas do visitante desde os primeiros metros a real dimensão da altura que está sendo vencida. Já o acesso ao cume pela face sul, voltada para Campos do Jordão não é tão exposta. Os mais amedrontados encontram no lado sul às suas costas a mata atlântica que dá uma sensação de maior segurança, uma vez que mascara um pouco a altura.

A empresa Altus Turismo Ecológico costuma promover cafés da manhã no alto da pedra.

A empresa Altus Turismo Ecológico costuma promover cafés da manhã no alto da pedra.

Romantismo à 1950 metros de altura.

Romantismo à 1950 metros de altura.

Escalada em Rocha: Considerado um dos polos mais importantes de escalada do Brasil, cujas vias foram abertas nos anos 70. Para aqueles que dominam suas técnicas e com equipamentos apropriados, existem mais de 80 vias de escaladas catalogadas com diversas graduações, modalidades (livre, artificial e big wall – que necessita pernoitar na parede), atendendo tanto os iniciantes quanto escaladores mais experientes.

Rappel: Técnica de descida por corda utilizando equipamentos de escalada. É praticado no Bauzinho e na Pedra do Baú, sendo o mais indicado para os iniciantes a pedra da Ana Chata. É imprescindível o acompanhamento de guias qualificados.

Voo livre: A quatro quilômetros do estacionamento do Bauzinho está a rampa de voo livre e paraglider. Quem nunca voou, pode experimentar a emoção de voar como os pássaros através do voo duplo.

B.A.S.E Jump: Há poucos anos os praticantes da modalidade B.A.S.E Jump (A sigla B.A.S.E. quer dizer “Building Antenn, Spam & Earth”, ou em português “Prédio, Antena, Ponte e Terra”) descobriram o potencial de saltar do cume da Pedra do Baú com seus minúsculos paraquedas de abertura rápida. Um dos esportes mais radicais, onde qualquer erro pode ser fatal. Não precisamos alertar que é só para profissionais ne?!

Mountain Bike: A Região montanhosa da área da Pedra do Baú possui estradas, trilhas e campos ideais para se pedalar. A equipe da Caloi utiliza a região para treinamento, por combinar grandes desafios com altitude elevada. Através da estrada que liga Campos de Jordão a São Bento do Sapucaí, é possível tomar um acesso até o distrito de Luminosa. Esta estrada possui 18 km de enormes descidas e um visual deslumbrante.

Importante: na área da Pedra do Baú não é autorizada a instalação de barracas para camping. Antes de qualquer decisão procure um local particular para sua instalação.

Pedra do Baú Foto por Erik Cunha

Pedra do Baú
Foto por Erik Cunha

O que você vai encontrar lá em cima

A resposta para quem ainda se pergunta o que irá encontrar em cima da pedra mesmo depois de tantas pistas durante o texto é a seguinte. Em cima da Pedra do Baú você encontra algo como aquela paz que sentimos ao ver as ondas do mar quebrarem na praia ou então a sensação de bem estar que temos ao ver as copas das árvores dançando com o vento. Uma sensação maravilhosa de estar vivo e se sentir mais do que vivo, se sentir parte desse todo maior chamado NATUREZA. E isso vale cada gotinha de suor derramado. Pois é… os índios estavam certos. Sempre houve um tesouro em cima da Pedra do Baú.

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Programe sua aventura:

#1 Consulte a previsão do tempo. Com chuva e raio o passeio torna-se extremamente perigoso.
#2 Informe-se quanto à duração média e o grau de dificuldade das trilhas. É recomendável a contratação de guias experientes da região.
#3 O sol na montanha é mascarado pelo frescor da altitude, por isso, utilize sempre o protetor solar.
#4 Deixe sempre alguém que não estará presente no passeio informado sobre sua programação, desta forma, saberão encontrá-lo se houver algum imprevisto.
#5 Controle a duração da aventura para voltar antes do sol baixar promovendo total escuridão nas trilhas de mata fechada. Por precaução tenha sempre uma lanterna com pilhas novas na mochila.
#6 Leve água(muito importante), lanches, sacos de lixo e agasalho para encarar os ventos gelados que sopram no topo da pedra.
#7 Respeite a flora e a fauna, seja cortês e traga seu lixo de volta.


Como chegar

O acesso ao Circuito Turístico da Pedra do Baú via Campos do Jordão se dá pelo bairro Jaguaribe que dá acesso à estrada da Campista (ou Caminho da Pedra do Baú). A estrada desde o início impressiona pelas belas paisagens e na altura do km 8 o motorista visualiza a estrada de acesso ao estacionamento do Baúzinho. A entrada é bem sinalizada e do centro de Campos até o Baúzinho são 12 km de asfalto e 10 km de terra em boas condições.

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fontes: Vale Aventura | Campos do Jordão Cultura | Extremos
Mais informações: www.pedradobau.com.br
 Para Mapas e trilhas, clique aqui.

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Pesca na Montanha: Um pedaço do Canadá na Serra da Mantiqueira

O EcoParque Pesca na Montanha localizado entre Campos do Jordão e São Bento do Sapucaí parece um cantinho do Canadá perdido na Serra da Mantiqueira, tamanha a semelhança com a região dos lagos do oeste canadense. Com o desconto, é claro, das cadeias de montanhas e da neve. Fora isso o parque reúne todas as referências que as pessoas almejam encontrar quando viajam para as montanhas.  Corredores de pinheiros, floresta nativa, chalés, lagos, quedas d’água e muitas trilhas com direito a agradáveis encontros com a fauna local que conta com moradores ilustres como esquilos, veados campeiros, o macaco mono-carvoeiro (espécie ameaçada de extinção), além de uma grande variedade de pássaros, o que fez do local um verdadeiro reduto do birdwatching no Brasil.

Faça um tour virtual, clique aqui.

Um pedacinho do Canadá em plena Serra da Mantiqueira

Um pedacinho do Canadá em plena Serra da Mantiqueira

A região da Serra da Mantiqueira que abriga o Ecoparque Pesca na Montanha é popularmente conhecida como Campista. Sem dúvida uma das áreas preservadas da mata atlântica mais bonitas do país.  O acesso a ela via Campos do Jordão se dá pelo bairro Jaguaribe que dá acesso à estrada da Campista (ou Caminho da Pedra do Baú, sabe como é ne? cidade pequena cada morador conhece por um nome). A estrada desde o início impressiona pelas belas paisagens e na altura do km 8 após passar o bairro rural da Campista e o acesso à Pedra do Baú, o motorista se depara com a entrada do parque. Passando a porteira um corredor de mata fechada acompanha o visitante até os lagos. A primeira vista em dias ensolarados é impressionante, com os chalés e pinheiros refletindo nos lagos.  Bem-vindo ao Canadá, mas um Canadá com sotaque caipira e uma hospitalidade calorosa que só os brasileiros têm.

O acesso ao parque se dá pelo KM 8 da estrada da Campista.

O acesso ao parque se dá pelo KM 8 da estrada da Campista.

Ecoturismo

O Ecoparque nasceu do sonho da empresária paulistana Monica Simonsen. A família Simonsen sempre foi entusiasta de Campos do Jordão e região e adotou há muitos anos a cidade como residência de inverno e verão. Mas Mônica cansada da agitação das grandes cidades decidiu estabelecer-se de vez na serra. Daí nasceu em 1999 o Pesca na Montanha. Um empreendimento turístico e sustentável em uma área bem no coração dos 550 alqueires da Fazenda Campista da família Simonsen. Hoje, passados 15 anos, o parque recebe turistas de todo o país e do exterior.

Os pescadores piram à beira dos lagos com os saltos das trutas mais pesadas. Saiba mais, clique aqui.

Os pescadores piram à beira dos lagos com os saltos das trutas mais pesadas. Saiba mais, clique aqui.

Além do cenário exuberante o ecoparque conta com uma excelente infraestrutura . Cavalos, banhos de cachoeira, ateliers de arte, turismo de aventura, trilhas, arco e flecha, várias modalidades de pesca, pousada e restaurante são algumas das opções nos mais de 200 mil metros quadrados de florestas de pinheiros, bosques de mata nativa e lagos.

O Bike Park do Pesca na Montanha é considerado por muitos como o melhor do país. Saiba mais, clique aqui.

O Bike Park do Pesca na Montanha é considerado por muitos como o melhor do país. Saiba mais, clique aqui.

Por isso tudo o Ecoparque Pesca na Montanha é um excelente programa para se fazer com a família. Um passeio que agrada do vovô pescador à avó que borda e se encanta com o canto dos pássaros, passando pela nora de paladar apurado, o paizão biker até chegar nos filhos mais aventureiros. O parque é diversão garantida para passar um dia inteiro de bem com a vida e em sintonia com a verdadeira essência do ser humano, que é estar em meio à natureza. Sendo assim, ao visitar Campos do Jordão permita-se conhecer esse pedacinho do Canadá encrustado na Serra da Mantiqueira. #ficaadica

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SERVIÇO

Ecoparque Pesca na Montanha

Estrada da Campista km 8

Caminho da Pedra do Baú km 8

Mais informações: www.pescanamontanha.com.br

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Aventura e Serenidade no Bosque do Silêncio

A apenas 15 minutos de caminhada da vila Capivari, o agitado centrinho turístico de Campos do Jordão, fica o Bosque do Silêncio, uma área de 120 mil m² de mata atlântica onde a calmaria que dá nome ao bosque convive em perfeita harmonia com atividades de lazer ao ar livre como arvorismo, tirolesas, paintball, arco e flecha, minigolfe, mountain bike e slackline.

Bem vindos ao Bosque do Silêncio!

O Bosque do Silêncio é um parque da agência Altus Turismo Ecológico e conta com o maior circuito de arvorismo de Campos do Jordão, com 28 travessias em 2 km de passarelas (com percursos de 1h30 a três horas). Para as crianças o circuito é menor, com 11 atividades e duração de uma hora.

De boa em meio à natureza

Mas não é só adrenalina que o parque oferece, o Bosque do Silêncio é um dos melhores lugares de Campos pra relaxar. Nas trilhas do local os visitantes se deparam com diversos bichos da mata atlântica, e mesmo para os preguiçosos ou para aqueles que não estão aptos para atividades físicas o parque é interessante. Existem banquinhos de madeira espalhados pelo bosque nos quais as pessoas podem se sentar para desfrutar do visual e do ar puro do local, e não bastasse, os visitantes ainda podem tirar um cochilo em uma das várias redes espalhadas pelo parque. E agora o melhor, o acesso à área contemplativa do parque é de graça, apenas as atividades de lazer monitoradas são cobradas. Aproveitar a natureza é de graça, um bonito gesto dos administradores.

Para saber mais sobre os percursos do arvorismo, clique aqui.

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SERVIÇO
www.altus.tur.br
Bosque do Silêncio: Av. Roberto Simonsen, 1724
Fone: (12) 3663-4122 | 3663-8375
Todos os dias das 9h às 18h
Tem: Estacionamento | Loja de conveniência | Café
Entrada gratuita

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Turismo de aventura em Campos do Jordão

As férias de verão estão chegando e com elas dias mais longos e ensolarados, excelentes para o lazer em meio à natureza. E ainda que você não entre de férias nesta época do ano, os dias de céu aberto são um convite para curtir atividades ao ar livre pelo menos nos finais de semana. Em Campos do Jordão a região do Horto Florestal é um endereço certo para quem busca esse contato com a natureza e momentos de descontração com a família. Então nada de ficar engaiolado dentro de casa, confira duas dicas quentíssimas de lazer e esportes de aventura ao ar livre que separamos para você curtir em Campos do Jordão.

Pensou turismo de aventura, pensou Campos do Jordão.

Pensou turismo de aventura, pensou Campos do Jordão.

Aventura no Rancho

Localizado no Rancho Santo Antônio, área de proteção ambiental, a 2 quilômetros do Horto Florestal, o Aventura no Rancho além das atrações ao ar livre (tirolesas, arvorismo, paintball, trekking e passeios à cavalo) combina suas atividades com um forte compromisso ambiental, para tanto o Rancho oferece regularmente treinamento e palestras nas áreas de consciência e conservação ambiental para seus funcionários e clientes.

Arvorismo Aventura no Rancho Campos do Jordão - SP

Arvorismo
Aventura no Rancho
Campos do Jordão – SP

Passeio a cavalo Aventura no Rancho Campos do Jordão - SP

Passeio a cavalo
Aventura no Rancho
Campos do Jordão – SP

Paintball Aventura no Rancho Campos do Jordão - SP

Paintball
Aventura no Rancho
Campos do Jordão – SP

Zoom Aventura

A Zoom Aventura atua no Horto Florestal, atualmente a empresa especializada em ecoturismo opera os percursos de arvorismo do parque estadual de Campos do Jordão, a locação de bicicletas mountain bike, bem como passeios monitorados pelas trilhas do horto. Vale a pena checar as datas dos passeios guiados que combinam voltas nas tirolesas, caminhadas pelo horto e trilhas de mountain bike, finalizadas sempre com um delicioso almoço típico da região, com direito a truta, farofa de pinhão, e muito mais.

Tirolesa Zoom Aventura Campos do Jordão - SP

Tirolesa
Zoom Aventura
Campos do Jordão – SP

Mountain Bike Zoom Aventura Campos do Jordão - SP

Mountain Bike
Zoom Aventura
Campos do Jordão – SP

Arvorismo Zoom Aventura Campos do Jordão - SP

Arvorismo
Zoom Aventura
Campos do Jordão – SP

Imagens: Divulgação

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SERVIÇO

Aventura no Rancho
Avenida Pedro Paulo, 7997, Estrada do Horto.
www.aventuranorancho.com.br
www.facebook.com/aventuranoranchorsa
Zoom Aventura
Avenida Pedro Paulo, s/n Horto Florestal
www.zoomaventura.com.br
www.facebook.com/ZoomAventura

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Passeios

Morro do Elefante: A vista mais famosa de Campos do Jordão!

Cidades turísticas costumam contar com belvederes que contemplam seus visitantes com bonitas vistas panorâmicas. Em Campos do Jordão não é diferente, a cidade conta com vários pontos turísticos nos quais a vista privilegiada é a grande atração. Locais como a Vista Chinesa, o Pico do Itapeva, o Pico do Imbiri e a Pedra do Baú recebem muitos turistas todos os anos. Mas há um destino panorâmico que se sobressai aos demais e recebe mais turistas, o Morro do Elefante.

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Armando Ferreira

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Armando Ferreira

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Dani_Di

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Dani_Di

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Deni Willians

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Deni Willians

O Morro do Elefante está localizado a 1800 metros de altitude e por ser vizinho da Vila Capivari, o centro turístico da cidade, recebe milhares de turistas todos os anos. O nome curioso se deve a silhueta do morro que vista de longe lembra muito a tromba de um elefante.

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Elaine Quirelli

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Elaine Quirelli

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Andrea Machado

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Andrea Machado

Os turistas chegam ao topo do Morro do Elefante via teleférico ou de carro, por uma estrada pavimentada e muito bem cuidada. Independente do transporte uma vez lá em cima o que se tem é uma belíssima vista da Vila Capivari e arredores que a cercam. O cenário combina a natureza da serra da Mantiqueira com a classuda arquitetura da cidade.

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Arturo Marcos

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Arturo Marcos

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Célia Cerqueira

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Célia Cerqueira

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por JB Nascimento

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por JB Nascimento

Morro do Elefante - O belvedere conta com barraquinhas tradicionais de xales e cachecóis. Campos do Jordão - SP Foto por Adriano Teixeira

Morro do Elefante – O belvedere conta com barraquinhas tradicionais de xales e cachecóis.
Campos do Jordão – SP
Foto por Adriano Teixeira

Se com o dia claro ou ao cair da tarde a natureza reina absoluta, com o anoitecer o brilho da cidade iluminada compõe uma vista panorâmica que impressiona pelo contraste da escuridão com as luzes e o vento que corta o morro no período da noite. Lindo! Lindo!

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Daniel Akamine

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Daniel Akamine

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Cristiano Tomaz

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Cristiano Tomaz

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Renato Megni

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Renato Megnis

A vista mais famosa da cidade

Afirmar que a vista do Morro do Elefante é a mais bonita da cidade seria um equívoco, mas sem dúvida alguma trata-se de uma bela vista, tanto que a TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo na região, escolheu a panorâmica do Morro do Elefante como a paisagem oficial de Campos do Jordão. É uma imagem ao vivo da panorâmica do belvedere do Morro do Elefante, com foco na Vila Capivari, que serve de plano de fundo dos apresentadores dos telejornais da Tv Vanguarda quando eles se referem a Campos do Jordão ou a outras cidades da Serra da Mantiqueira. Logo, o Morro do Elefante provavelmente não tem a vista mais bonita da cidade, mas sem dúvida tem a vista mais famosa de Campos do Jordão.

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Ruy Barbosa Pinto

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Ruy Barbosa Pinto

Morro do Elefante Campos do Jordão - SP Foto por Renato Rosa

Morro do Elefante
Campos do Jordão – SP
Foto por Renato Rosa

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Mais Informações:
Entrada franca – passeio público
Endereço: Rua Marco Antônio Cardoso, 240 – Morro do Elefante
Como chegar?
Teleférico:   Confira, clique aqui.
De Carro: Siga sentido ao Centro Turístico da cidade, Vila Capivari. Passando pela Praça São Benedito e pelo Teleférico, vire à direita na rotatória onde encontra-se uma estátua de cavalo e siga em frente. Vire a primeira rua à esquerda em aclive; o ponto turístico Morro do Elefante está situado no final desta rua.

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10 motivos para visitar Campos do Jordão na Primavera

Ahhh a Primavera 

Independente da estação, seja verão, outono, inverno, primavera ou verão, a natureza de Campos do Jordão se apresenta sempre exuberante. A cidade é uma das poucas no mundo onde as quatro estações do ano ainda podem ser percebidas e vivenciadas em sua plenitude. Diferente do que acontece nos dias atuais em muitos municípios, principalmente grandes centros urbanos, nos quais as estações se confundem e já não se sabe mais quando começa uma e quando termina outra.

Campos do Jordão na primavera
Foto por Armando Ferreira

Se é que as estações de fato chegam a terminar nas grandes cidades, porque como reclamam alguns, em São Paulo, por exemplo, há dias nos quais a população experimenta em curtos períodos de tempo características das quatro estações. E isso não é uma vantagem, é um efeito colateral do aquecimento global, dos desmatamentos e da urbanização desmedida, algo ruim, mas que Campos do Jordão por ora parece imune, graças a localização privilegiada da cidade.

Campos do Jordão na primavera
Foto por Armando Ferreira

E esse privilégio pode ser conferido pelos turistas neste início de primavera. Campos do Jordão nesta época do ano ganha cores mais vivas e o céu azul estalado em contraste com as flores e o verde das araucárias garante paisagens belíssimas. Sem falar no cuidado paisagístico da cidade. Nesta época do ano avenidas, praças, fachadas e calçadas que já fazem a fama do lugar pelo apreço com as flores, na primavera ganham atenção especial, principalmente por causa da maior oferta de espécies para se plantar. Mas os motivos para visitar Campos do Jordão na primavera vão além do perfume das flores. Os amigos do site NetCampos listaram 10 motivos para visitar a cidade nesta época do ano. Assinamos em baixo de todos! Confira e faça as malas, uma Campos do Jordão mais barata, colorida e perfumada espera por você.

1- Clima e temperatura mais agradáveis

As estações do ano em Campos são muito bem definidas. Portanto não espere sentir muito frio, nem muito calor neste período. A menos que aconteça alguma mudança inesperada, a temperatura nesta época deve ficar amena. Para a primeira semana da Primavera, a previsão é de temperaturas entre de 14 e 25 graus centígrados.

Campos do Jordão

2 – Flores estão por todos os lados

Além das belas jardineiras que enfeitam o comércio e a praça em Vila Capivari, as flores podem ser vistas por todos os cantos. Muitas delas são nativas e crescem próximas as calçadas na avenida principal da cidade, formando belas imagens e combinado com a arquitetura européia.

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3 – Preços de hotéis e pousadas mais em conta

Considerada baixa temporada para a montanha é durante a primavera que a cidade fica mais acessível. Os hotéis e pousadas vendem finais de semana com valores mais baixos, oferecendo os mesmos serviços de qualidade e bom atendimento. Além do que, acordar com o ar fresco da Primavera em Campos não tem preço.

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4 – Menos movimento nas estradas

Além de ser uma época em que não se viaja muito nos finais de semana, durante os meses da primavera os acessos que levam para Campos estão ainda mais calmos. Dá para pegar a estrada tranquilamente e ainda aproveitar a viagem para apreciar a paisagem inspiradora da serra.

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5 – Sem filas no estabelecimentos e passeios

Se no inverno todos querem estar na serra, já na Primavera não é bem assim. Os atrativos turísticos e o comércio estão mais calmos, com movimento moderado. O que permite mais privacidade e momentos aconchegantes. Até para estacionar é mais fácil, com vagas fáceis e espaçosas.

Bondinho

6 – Restaurantes tem pratos especiais para a estação

Comer em Campos do Jordão é uma atração a parte. A cidade conquistou seu espaço como um lugar especial para desfrutar de bons pratos. E para tudo isso ficar ainda mais harmonizado, alguns restaurantes criaram cardápios especiais, que foram feitos para combinar ainda mais com o clima da estação. Veja mais sobre a gastronomia na Primavera.

7 – Paisagem é ideal para tirar fotos

Quem sobe a serra já sabe que a câmera fotográfica não pode ficar de fora da mala. As paisagens da cidade sempre rendem belas fotos. Na Primavera tudo fica ainda mais florido e harmonioso, proporcionando a chance de registrar sua presença em imagens que são verdadeiros cartões postais.

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8 – Eventos culturais

Nestes meses, geralmente, a cidade recebe diversas atrações. Clubes de carros antigos ou marcas específicas costumam se reunir em Campos para se confraternizar, expondo lindas máquinas para o público no centro turístico. Nesta época também acontecem atrações musicais, exposições e oficinas culturais, que são realizadas pelo Museu Felícia Leirner e pela Associação de Amigos de Campos do Jordão.

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9 – Natureza ainda mais verde

Não são só as flores que deixam a cidade mais encantadora. O verde da natureza realiza seu espetáculo à parte. As grandes árvores de plátanos que pontuam a avenida fica completamente tomadas por cores mais vivas. As montanhas também ficam mais belas e o vento fresco são excelentes para renovar as energias.

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10 – Praticar atividades ao ar livre

Dormir, comer e descansar em Campos do Jordão é sempre muito agradável. Mas para quem quer colocar o corpo em movimento, também existem muitas atividades pra fazer na montanha. Elas vão desde as mais radicais, como praticar arvorismo, trilhas, mountain bike e paintball até as mais tranquilas, como pedalar na ciclovia, correr ou simplesmente caminhar. O clima da primavera na montanha torna tudo ainda mais prazeroso.

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fonte: NetCampos
C
onfira mais fotos no site da NetCampos, clique aqui.

A foto da capa do post é de Emerson Zanini.

Veja também: Os Jardins da Mantiqueira

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Natureza, Passeios

Belvedere – Vista Chinesa

Belvedere, mirante, miradouro, vista chinesa, dá tudo no mesmo, independente da estrutura o resultado final é um só: uma belíssima paisagem panorâmica. As diferentes definições para lugares visitados, sobretudo, pela vista que oferecem gera muitos debates quando estes são batizados. Talvez isso explique por que um dos pontos turísticos mais visitados de Campos do Jordão apresenta um nome tão redundante, o Belvedere – Vista Chinesa.

Belvedere - Vista Chinesa Campos do Jordão - SP Foto por Guilherme Noronha

Belvedere – Vista Chinesa
Campos do Jordão – SP
Foto por Guilherme Noronha

Questões técnicas de nomenclatura à parte, o que vale para o turista que visita Campos do Jordão é que o Belvedere – Vista Chinesa oferece uma panorâmica privilegiada da Serra da Mantiqueira. Localizado pouco antes do portal de entrada da cidade, o lugar é um ponto de passagem obrigatório pra quem utiliza a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP 123) para visitar Campos do Jordão.

Belvedere - Vista Chinesa Campos do Jordão - SP

Belvedere – Vista Chinesa
Campos do Jordão – SP

Qual é a boa?

Situado a 1600 metros de altitude o Belvedere – Vista Chinesa contempla os visitantes com uma belíssima vista da região do Vale do Lageado, localizado entre Campos do Jordão e Santo Antônio do Pinhal.

Belvedere - Vista Chinesa Campos do Jordão - SP Foto por Dani-Di

Belvedere – Vista Chinesa
Campos do Jordão – SP
Foto por Dani-Di

Uma vez no local, a grande estrela é a paisagem acachapante. A vista e a brisa do lugar vão te conquistar. Mas com sorte os visitantes podem ser recebidos por uma família de quatis ou esquilos atraídos pela movimentação. E o Belvedere – Vista Chinesa também conta com trailers que vendem desde o melhor caldo de cana de Campos do Jordão, passando por pinhão (já descascado), água de coco gelada , até geleias e doces produzidos artesanalmente.

Belvedere - Vista Chinesa Campos do Jordão - SP Foto por Guilherme Noronha

Belvedere – Vista Chinesa
Campos do Jordão – SP
Foto por Guilherme Noronha

Qual melhor horário?

Ver o nascer do sol e o pôr do sol são os melhores horários para visitar o Belvedere e curtir o espetáculo de natureza que é a Serra da Mantiqueira. Mas em dias claros, de céu azul estalado, comuns em Campos do Jordão, qualquer horário garante uma boa experiência visual.

Belvedere - Vista Chinesa Campos do Jordão - SP Foto por Gilberto Mellace

Belvedere – Vista Chinesa
Campos do Jordão – SP
Foto por Gilberto Mellace

#ficaadica

Faça um agrado a si mesmo, sempre que vier a Campos do Jordão comece ou termine seu passeio pelo Belvedere – Vista Chinesa. A vista do lugar serve para se conectar com a natureza e o clima low profile da cidade. Começando sua viagem por ele você já entra no modus operandi de Campos do Jordão. Terminar por ele, por sua vez, serve como um até logo e uma benção de tranquilidade para encarar a volta na estrada.

Belvedere - Vista Chinesa Campos do Jordão - SP Foto por Ubirajara Gomes

Belvedere – Vista Chinesa – Sentar e Contemplar
Campos do Jordão – SP
Foto por Ubirajara Gomes

Belvedere - Vista Chinesa Campos do Jordão - SP Foto por Dani-Di

Belvedere – Vista Chinesa
Campos do Jordão – SP
Foto por Dani-Di

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Confira imagens em 360° do Belvedere – Vista Chinesa: aqui.
Endereço: Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (1km de distância do portal da cidade)

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Natureza

Plátano: Um símbolo de Campos do Jordão

Plátanos não são canadenses

Quem visita Campos do Jordão, independente da estação do ano, se encanta com a beleza dos corredores de Plátanos da cidade. A árvore que margeia as principais avenidas impressiona pelo formato de suas folhas.

Plátanos

Plátanos

As folhas se assemelham muito àquela da bandeira do Canadá, tanto que é comum as pessoas se referirem ao plátano como sendo a folha da bandeira canadense. Mas não é. A folha presente na bandeira do Canadá é chamada maple tree ou bordo canadense. A espécie é do gênero botânico Acer, enquanto o plátano é do gênero platanus. Em comum as duas apresentam folhas pontiagudas que mudam de cor durante as estações do ano o que garante uma  cartela de cores muito bonita quando há várias árvores plantadas próximas umas das outras.

Bordo Canadense - Ta vendo? É diferente.

Bordo Canadense – Ta vendo? É diferente.

Plátano é coisa nossa!

Todo o percurso dos trens da EFCJ na área urbana de Campos do Jordão é cercado por plátanos.

Todo o percurso dos trens da EFCJ na área urbana de Campos do Jordão é cercado por plátanos.

O plátano é originário da América do Norte e Eurásia. Em Campos do Jordão a árvore desembarcou por volta do início dos anos 40, quando foi amplamente plantada ao longo das principais vias da cidade. 70 anos depois ela já vislumbra certo protagonismo no imaginário dos turistas. Há quem a considere a árvore símbolo de Campos do Jordão, muito por causa do impacto que ela causa no trânsito, afinal que cidade brasileira conta com avenidas tão arborizadas quanto as de Campos? Com certeza pouquíssimas, mas daí a considerar o plátano a árvore símbolo seria uma injustiça com as araucárias, estas sim as legítimas representantes de Campos. Melhor considerar o plátano mais um símbolo. Um símbolo que mesmo vindo de fora nos orgulhamos muito, o plátano já é de casa.

Lindo de ver

As folhas dos plátanos fazem a alegria dos fotógrafos.

As folhas dos plátanos fazem a alegria dos fotógrafos.

Os plátanos, ao lado dos liquidambares de Campos do Jordão, são responsáveis por uma luz muito bonita que faz a alegria dos entusiastas da fotografia. Seja na primavera ou no outono, a coloração das folhas que variam do verde vibrante na primavera a tons de amarelo, rosa, vermelho e marrom no inverno, nos dias claros são de uma beleza ímpar e mesmo nos dias fechados e cinzas, garantem uma atmosfera especial, bastante bucólica e romântica.

Um causo curioso: O som do Plátano

Mesmo nos dias fechados as folhas dos plátanos transformam a atmosfera da cidade.

Mesmo nos dias fechados as folhas dos plátanos transformam a atmosfera da cidade.

Campos do Jordão sedia o maior festival de música erudita da América Latina e os plátanos, mesmo que indiretamente, também servem bem a essa vocação musical da cidade. A madeira da árvore é utilizada na fabricação de violinos, sobretudo, no tampo inferior do instrumento. E há quem diga que alguns dos famosos violinos Stradivarius também levam madeira de plátano.

As cores das folhas impressionam e encantam turistas e moradores de Campos do Jordão.

As cores das folhas impressionam e encantam turistas e moradores de Campos do Jordão.

Como o famoso instrumento carrega consigo muitas lendas, nos anos 60 um luthier da cidade de Tatuí, outro famoso reduto de música erudita do país, resolveu por isso à prova. Em visita a Campos de Jordão, encontrou um plátano que havia sido cortado e estava tombado próximo a uma calçada. O luthier então pediu autorização para o Prefeito Municipal da época e levou parte da madeira dessa árvore para seu ateliê. Lá construiu alguns violinos, encaminhou a maioria para o Conservatório Musical de Tatuí e em gratidão encaminhou um exemplar de presente para a Prefeitura Municipal de Campos do Jordão. Se ficou bom? Bem, o paradeiro do tal instrumento hoje é incerto, mas quem ouviu jura que o som do tal violino era ótimo.

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O segredo das Frutas Vermelhas de Campos do Jordão

Em On the Road, clássico da literatura beat, o personagem principal Sal Paradise atravessa o Estados Unidos de leste a oeste. No caminho prova as mais diversas tortas de maçã com sorvete de creme. Paradise faz do doce sua opção número 1 no café da manhã, no almoço e no jantar. O motivo: A receita está presente na maioria dos restaurantes de beira de estrada dos EUA e claro, Paradise acha uma delícia.

“Comi outra torta de maçã com sorvete, foi praticamente só o que comi durante toda a viagem através do país, eu sabia que era nutritivo e claro, delicioso. [...] Comia torta de maçã com sorvete - estava ficando cada vez melhor à medida que eu avançava o país adentro, a torta maior, o sorvete mais cremoso.”

Sal Paradise é o alter-ego do autor Jack Kerouac, que sim, adorava tortas de maçã na vida real.
“Comi outra torta de maçã com sorvete, foi praticamente só o que comi durante toda a viagem através do país, eu sabia que era nutritivo e claro, delicioso. […] Comia torta de maçã com sorvete – estava ficando cada vez melhor à medida que eu avançava o país adentro, a torta maior, o sorvete mais cremoso.”
– Jack Kerouac | On the Road

“Com calda de frutas vermelhas”

Uma arte - O cultivo das framboesas em Campos do Jordão

Uma arte – O cultivo das framboesas em Campos do Jordão

Em Campos do Jordão o turista pode vivenciar algo parecido com a experiência do personagem do livro, se entregando ao prazer das frutas vermelhas no lugar da torta de maçã. São muitos os restaurantes com pratos, doces e salgados, que combinam entre os ingredientes frutas como framboesa, amora, mirtilo, blueberry, morango e ameixa. Anote isso, você vai ler muito essas duas palavrinhas combinadas nos cardápios da cidade: “Frutas Vermelhas”. E se provar, vai adorar! E também não será loucura alguma repetir o mesmo pedido em diferentes estabelecimentos só para comparar qual suco, torta, geleia, calda ou prato com frutas vermelhas é o mais gostoso de Campos do Jordão.

Agridoce - Faisão assado ao molho de frutas vermelhas e arroz com castanhas portuguesas. restaurante La Gália.

Agridoce – Faisão assado ao molho de frutas vermelhas e arroz com castanhas portuguesas. Foto: Cozinha da Montanha

Os restaurantes de Campos do Jordão tem uma filosofia, “Aproveite na montanha o que é da montanha”, daí o porquê das frutas vermelhas, o pinhão e as trutas estarem sempre presentes nos menus.

Favorita

Aliado - O clima frio auxilia o desenvolvimento das frutas vermelhas.

Torta – Fazenda Baronesa Von Leithner

Dentre as frutas vermelhas a framboesa é a menina dos olhos dos produtores. A fruta chegou ao Brasil no inicio dos anos 50, sendo introduzida primeiramente na região de Campos do Jordão.

60 anos depois da sua introdução, a fruta hoje é protagonista da gastronomia local e conta com um festival em sua homenagem que acontece todo ano no mês de dezembro.

Cartaz da Festa da Framboesa de 2013

Cartaz da Festa da Framboesa de 2013

O bom desenvolvimento da framboesa se deve, sobretudo, ao clima frio.

O suco que essas frutinhas congeladas dão é um espetáculo!

O suco dessas frutinhas congeladas é um espetáculo! Peça nos restaurantes.

Frutas vermelhas, principalmente as mais delicadas como as framboesas, amoras e mirtilos, encontram em regiões montanhosas condições ideais para se desenvolverem. E o clima de Campos do Jordão é excelente para o desenvolvimento das pequenas frutas o que fez com que muitos pequenos agricultores e mais recentemente viveiros especializados voltassem suas atividades para o cultivo das frutas vermelhas.

Expertise de Fazenda

Torta de Mirtilo - Viveiro Frutopia.

Torta de Mirtilo – Viveiro Frutopia.

99% da produção de frutas vermelhas da região é vendida congelada, para posterior fabricação de geleias, sucos e diferentes receitas. Apenas 1% é comercializado in natura. Deste 1% os principais compradores são os restaurantes de Campos do Jordão e região. Daí o segredo da maioria dos pratos da cidade que levam frutas vermelhas, as frutas são frescas, o que deixa os pratos ainda mais saborosos. Dificilmente o turista provará algo parecido na sua cidade de origem.

Pés de Framboesa da Fazenda Baronesa Von Leithner.

Pés de Framboesa da Fazenda Baronesa Von Leithner.

Além disso, o know-how desenvolvido na produção das frutinhas na região é notável. Produtores da região como o Viveiro Frutopia, a Fazenda Baronesa Von Leithner e a colônia japonesa da Fazenda Renópolis há anos vem aprimorando o cultivo. A qualidade das frutas produzidas na cidade é única.

Viveiro Frutopia

Viveiro Frutopia

No Viveiro Frutopia são cultivadas 20 variedades de framboesas, sendo o maior acervo genético da fruta no país, e único produtor da framboesa dourada. A Fazenda Baronesa, por sua vez, foi a primeira produtora dos frutos no país e hoje  mantém um complexo de alta gastronomia focado nas frutas.

Expertise - As mudas da variedade dourada são comercializadas por 25 reais a unidade. Já as da framboesa-vermelha saem por 2 reais a unidade. O quilo da vermelha é comercializado pelo produtor a 10,50 reais e chega ao consumidor final oscilando entre 80 e 150 reais, dependendo da época do ano. Já o quilo da amarela é vendido a 12,50 reais e chega aos supermercados por 200 reais.

Bom Negócio – As mudas da variedade dourada são comercializadas por 25 reais a unidade. Já as da framboesa-vermelha saem por 2 reais a unidade. O quilo da vermelha é comercializado pelo produtor a 10,50 reais e chega ao consumidor final oscilando entre 80 e 150 reais, dependendo da época do ano. Já o quilo da amarela é vendido a 12,50 reais e chega aos supermercados por 200 reais.

Já a colônia japonesa de Campos do Jordão e região cultiva as frutas em pequena escala provendo, sobretudo, o mercado local. Mas mesmo assim desempenha um papel importantíssimo uma vez que os pés dos frutos apesar de serem plantas rústicas, exigem cuidados diários, pois as frutas são delicadas. Assim, no tocante a produção para comercialização in natura, o pequeno produtor é fundamental. É o cuidado do pequeno agricultor que garante a qualidade das frutas consumidas em Campos do Jordão e região.

Explosão de saúde - Frutas vermelhas são utilizadas desde a antiguidade com fins medicinais. São uma ótima fonte para retardar o envelhecimento celular e ricas em vitamina C, vitamina E e cálcio.

Explosão de saúde – Frutas vermelhas são utilizadas desde a antiguidade com fins medicinais. São uma ótima fonte para retardar o envelhecimento celular e ricas em vitamina C, vitamina E e cálcio.
Frutas do Viveiro Frutopia.

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Vale a pena conhecer e parar para comer

Viveiro Frutopia – Clique aqui para ler uma resenha.

Baronesa Von Leithner – Clique aqui para acessar o site.

Bônus: Confira como é feito o processo de congelamento das frutas e também algumas receitas com o vídeo-repórter Rodrigo Leitão.

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