Pizza de alcachofra e tomate seco do restaurante Cantinho da Serra em Campos do Jordão.
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Flores à mesa: Festival da Alcachofra

Como cantava Tim Maia, “Primavera soprando um caminho mais feliz”, e em Campos do Jordão a estação este ano veio acompanhada da primeira Temporada Gastronômica da Alcachofra. A requintada flor comestível está disponível nos menus de diversos restaurantes da cidade até o dia 8 de novembro.

alca

Dica de chef – Qualquer que seja a receita escolhida, é necessário cozinhar a alcachofra em panela de pressão com água e sal. A dica é acrescentar uma rodela de limão para que ela não escureça e desligar o fogo assim que a panela fizer o primeiro barulho. A flor está pronta quando as pétalas saírem facilmente e seu fundo estiver macio.

A alcachofra começou  a ser cultivada na Serra da Mantiqueira há poucos anos, inicialmente na cidade vizinha de Santo Antônio do Pinhal. E apesar das condições do clima da montanha não possibilitarem uma grande colheita, por outro lado o solo rico em nutrientes da serra tem legado aos produtores uma alcachofra mais saborosa e nutritiva. Isso acontece porque ela tem sido produzida de maneira orgânica, sem a utilização de agrotóxicos.

Truta Primavera ao molho de alcachofra do Empório & Restaurante Matterhorn.

Truta Primavera ao molho de alcachofra do Empório & Restaurante Matterhorn. Chef: Marisa Molina.

Em Campos do Jordão os turistas podem podem experimentar a flor em receitas deliciosas como: Risoto de alcachofra, do Bar Mercearia Campos; Truta Primavera do Empório e Restaurante Matterhorn; Medalhão ao molho de alcachofra, do Baden Baden; Coração de alcachofra recheado com alho poró e camarões, do Spazio di Paolo; Risotto de vinho tinto com alcachofra e pato, do Charpentier (Hotel Frontenac); Javali à Obelix assado, com cestinha de fundo e farofa de alcachofra, acompanha purê de mandioquinha, do La Gália; Bouquet Primavera (truta recheada com coração de alcachofra ao pesto de manjericão) do Davos Maison Suisse; Coração de alcachofra recheado de tomate seco e ricota com ravióli ao sugo da Cantina di Nonna Mimi;Alcachofra recheada com emmenthal acompanhando carré de cordeiro do Espaço Seu Jordão; Pizza de alcachofra e tomate seco do Cantinho da Serra e muito mais…

Medalhão de filé mignon ao molho de alcachofra do Restaurante Baden Baden, chef Maria Gilda Resende.

Medalhão de filé mignon ao molho de alcachofra do Restaurante Baden Baden, chef Maria Gilda Resende.

Restaurantes participantes:

BADEN BADEN
Rua Djalma Forjaz, 93 – Capivari
Tel: 3663-3610
www.restaurantebadenbaden.com.br
MATTERHORN
Rua Djalma Forjaz, 93 – Capivari
Tel: 3663-1841
www.matterhorn.com.br

Para a relação completa dos restaurantes, clique aqui.

alcachofra

Foto da capa: Pizza de alcachofra e tomate seco do restaurante Cantinho da Serra em Campos do Jordão.

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Pinhão: Um super aliado da saúde

Existe uma dica que é praticamente um consenso entre nutricionistas: para ter uma alimentação saudável aposte em alimentos sazonais. Eles são mais frescos, nutritivos e baratos.Se forem produzidos localmente, melhor ainda. Mas o que dizer então, se o alimento em questão for produzido pela própria natureza, sem intervenção do homem? Ih, daí os nutricionistas piram, e recomendam, “pode comer, vai, se joga!”. Lembrou do pinhão? Pois é, nós também. E fomos pesquisar quais as vantagens nutricionais do pinhão. Quer saber o que descobrimos? Além de delicioso, o pinhão também é excelente para a saúde.

Saiba tudo sobre a origem do pinhão e sua relação com Campos do Jordão. Clique aqui.

Saiba tudo sobre a origem do pinhão e sua relação com Campos do Jordão. Clique aqui.

Pinhão faz bem para o coração, para o intestino, para os ossos, para controlar o colesterol, para prevenir anemia, para os olhos, para retardar o envelhecimento, para te dar energia e até mesmo para te ajudar a perder peso.

O pinhão é um alimento rico em diversos nutrientes importantes para a saúde. Uma porção de 100 g é abundante em proteínas, potássio, cálcio, ferro,zinco, fósforo e vitaminas A, B1 e C.

Para o coração

O potássio presente no pinhão é um vasodilatador e contribui para o aumento do diâmetro das artérias. Assim o sangue passa a circular com mais facilidade no organismo, reduzindo, dessa forma, a pressão arterial. Além disso, por possuir boa quantidade de gorduras monoinsaturadas, que são as gorduras boas para diminuir o colesterol. O que ajuda a evitar doenças cardiovasculares.

Para o intestino e controle do colesterol

As fibras do pinhão são aliadas do funcionamento saudável do intestino. Essa característica nutricional contribui para o controle do colesterol, auxiliando na eliminação dos sais biliares (substâncias produzidas por meio do colesterol e utilizadas na digestão das gorduras).

Para os ossos

Consumido em quantidade adequada o pinhão é excelente para o fortalecimento dos ossos, já que é uma semente extremamente rica em mineirais como cálcio e fósforo.

Para prevenir anemia

No pinhão reside uma dupla infalível no combate à anemia. Ferro e cobre. O ferro é um mineral que previne anemias e gera energia ao organismo e o cobre ajuda na absorção do ferro. Um “casamento” perfeito e super saudável.

Para os olhos e para combater o envelhecimento precoce

O pinhão é rico em antioxidantes, que ajudam a diminuir o envelhecimento precoce. E entre os oxidantes presentes na semente encontra-se a luteína, que é primordial para a saúde dos olhos, pois diminui os riscos de doenças como a catarata.

Para te dar um gás pro dia a dia e evitar doenças

O pinhão é rico em carboidratos do tipo complexo. Ou seja, do tipo que estimula o equilíbrio intestinal, recuperando a flora bacteriana e melhorando o sistema imunológico. E por ser rico em calorias garante energia de sobra para as atividades do dia a dia.

Para perder peso

Os carboidratos do tipo complexo, presentes no pinhão, dão sensação de saciedade. E um outro benefício do pinhão que anima os adeptos da boa forma é que a semente é um agente de liberação do ácido linoleico. Esse ácido age como supressor da fome e libera um hormônio chamado colecistoquinina, que ajuda a diminuir a vontade de comer.

Dica fit

Mas fique atento. A ingestão recomendada é de 100g por dia. Algo como 10 pinhões, estourando heim! Por isso os nutricionistas costumam recomendar que o pinhão seja consumido como lanche, entre refeições, e principalmente no fim da tarde, para ajudar a controlar a fome que é mais comum no período da noite. Outra boa opção é utilizá-lo como farofa em saladas.

Preparo

Não consuma cru. A recomendação dos nutricionistas é que o pinhão seja cozido em uma panela de pressão com um pouco de água até cobrir todas sementes, à fogo médio, entre 30 e 40 minutos. Depois, é só retirar a casca e comer. Ah, e consumir o pinhão como farinha também é recomendável. Uma boa alternativa para o preparo de massas, com a vantagem da semente não possuir glúten.

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Saiba mais em:

Confira as dicas da nutricionista Karin Honorato para o Portal G1 da Globo MG. Clique na imagem para assistir.

Confira as dicas da nutricionista Karin Honorato para o Portal G1 da Globo MG. Clique na imagem para assistir.

fontes: Revista Viva Saúde e G1

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Festival de Gastronomia da Montanha de Campos do Jordão e Região
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Festival de Gastronomia da Montanha de Campos do Jordão e Região

Mais que um simples festival gastronômico, o “Festival de Gastronomia da Montanha de Campos do Jordão e Região” chega a sua terceira edição como um acelerador de negócios e um importante evento de especialização e reciclagem profissional para os profissionais de cozinha das cidades envolvidas. Mas sem esquecer também, é claro, da razão principal do festival existir: a promoção das cores e sabores dos pratos tradicionais da Serra da Mantiqueira.

Festival de Gastronomia da Montanha de Campos do Jordão e Região

O “Festival de Gastronomia da Montanha de Campos do Jordão e Região” acontece de 10 de abril a 10 de maio de 2015. O objetivo do evento é promover o saber, o sabor e o convívio das pessoas que moram e visitam a região da Serra da Mantiqueira paulista. Para tanto o festival esse ano foi dividido em cinco ações: a Via Gastronômica, com os restaurantes participantes; um Encontro de Negócios e Relacionamento; o Paladar Crítico, um painel no qual críticos gastronômicos debaterão sobre a culinária da região; o Núcleo do Conhecimento, com cursos gratuitos no SENAC Campos do Jordão, e o Concurso Cultural de Receitas.

Fique por dentro e participe:

VIA GASTRONÔMICA

São inúmeras delícias preparadas pelos restaurantes que valorizam a Gastronomia Regional. De 10 de Abril a 10 de Maio de 2015, moradores e visitantes de Campos do Jordão e Região terão a oportunidade de degustar uma Aquarela de Sabores da Montanha!

Conheça alguns dos restaurantes participantes do festival e deguste os pratos que valorizam nossa gastronomia regional clicando aqui!

ENCONTRO DE NEGÓCIOS E RELACIONAMENTO

Oportunidade de negócios entre os produtores, fornecedores especializados e restaurateurs da região. O objetivo é fortalecer o mercado regional de alimentos, estimular a gastronomia sustentável através de parcerias sólidas, promovendo o uso de ingredientes orgânicos, sazonais e cultivados nas redondezas.

O Sebrae – SP estará presente com sua metodologia e apoio, tornando a ação muito mais efetiva! Para se inscrever, clique aqui.

Dia 10 de Abril | Das 14h às 18h

Local: Hotel Le Renard

PALADAR CRÍTICO

Em um ambiente muito tranquilo e rural, o Paladar Crítico reunirá vários profissionais, imprensa e críticos de gastronomia para discutivrem a relação entre a Gastronomia Regional da Mantiqueira e o cenário da gastronomia brasileira.

 Este encontro resultará na compilação de um registro para nortear as futuras ações que o Festival de Gastronomia da Montanha realizará em 2016. Obs: Os convites para os participantes que apresentarão suas idéias serão enviadas pela produção do evento.

O encontro será no dia 11 de abril, no restaurante Empório dos Melos às 15 horas.

Festival de Gastronomia da Montanha de Campos do Jordão e Região

NÚCLEO DO CONHECIMENTO (cursos com master chefs!)

Oportunidades de qualificação gratuita, voltadas para especialização e atualização de profissionais do setor gastronômico com temas relevantes da gastronomia contemporânea, sustentabilidade e  disseminação do uso de produtos regionais de forma inovadora e criativa

Especial para: Empresários, Chefs, Cozinheiros, Maitrês, Garçons, Estudantes, Comunidade e Visitantes. Oferta de mais de 700 vagas de qualificação gratuita! Confira, clique aqui.

De 13 a 17 de Abril

Local: SENAC Campos do Jordão.

O mundialmente elogiado e super premiado Chef Thiago Castanho é uma das estrelas do festival. O paraense falará no dia 20 sobre a a busca da valorização dos ingredientes regionais.

O mundialmente elogiado e super premiado Chef Thiago Castanho é uma das estrelas do festival. O paraense ministrará no dia 20 uma palestra sobre a a busca da valorização dos ingredientes regionais.

CONCURSO CULTURAL DE RECEITAS

A característica principal do Concurso Cultural de Receitas do Festival de Gastronomia da Montanha é a utilização de produtos regionais e de tradição culinária nas receitas. O objetivo é aproximar os profissionais da área, estudantes e a comunidade ao projeto, além de ser um elemento de inclusão social, surge com a intenção de se criar um inventário gastronômico regional e revelar talentosos personagens anônimos da região.

De 14 a 16 de abril

Local: SENAC Campos do Jordão

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Mais informações
producao@gastronomiadamontanha.com.br
www.gastronomiadamontanha.com.br
facebook.com/festivaldegastronomiadamontanha

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7ª Temporada Gastronômica da Cerveja

Campos do Jordão tem sua cerveja artesanal há 15 anos, a Baden Baden. E há 7 anos o Grupo Cozinha da Montanha organiza a Temporada Gastronômica da Cerveja, na qual os chefs dos restaurantes filiados ao grupo preparam receitas inéditas, de entradas a sobremesas, utilizando como estrela a cerveja Baden Baden.

Quem visitar Campos do Jordão neste início de primavera poderá provar diferentes tipos de pratos que levam cerveja como a porção de costela em molho reduzido de cerveja Baden Baden Weiss e mandioca frita, do restaurante Safari; o carré de javali assado ao molho de cerveja Baden Baden do restaurante La Gália, e o cochiglione com ragout de lingüiça de javali ao molho de tomate e cerveja de centeio do restaurante Charpentier.

Restaurante Matterhorn - Filé mignon ao molho de cerveja com berinjela crocante de amêndoas e ervas finas e batatas cozinhadas na cerveja com alecrim. Criação da Chef Marilda Molina.

Restaurante Matterhorn – Filé mignon ao molho de cerveja com berinjela crocante de amêndoas e ervas finas e batatas cozidas na cerveja com alecrim. Criação da Chef Marilda Molina.

O festival acontece até o dia 28 de setembro e além dos pratos inéditos a edição deste ano ainda reserva um mimo para os clientes. Todos que pedirem a sugestão da Temporada Gastronômica da Cerveja poderão escolher de brinde uma Taça Baden Baden 15 anos (edição limitada) ou o livro Sabor da Montanha.

Restaurante Baden Baden - Combinado de Brouwnie de chocolatecom cerveja escura + cerveja Baden Baden Stout (R$36,80).

Restaurante Baden Baden – Combinado de Brownie de chocolate com cerveja escura + cerveja Baden Baden Stout (R$36,80).

Outra novidade desta edição do evento é a participação da chocolateria Sabor Chocolate, que produziu bombons especiais recheados com a cerveja Baden Baden.

Sabor Chocolate - Bombons feitos com Baden Baden Bock.

Sabor Chocolate – Bombons feitos com Baden Baden Bock.

Prestigie na montanha o que é da montanha!

fonte: Cozinha da Montanha

Clique aqui para conferir fotos dos pratos da edição deste ano.

Clique aqui para ver os endereços de todos restaurantes.

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Baden Baden 15 anos: Agora até o lúpulo é da Serra da Mantiqueira

O lúpulo proporciona o amargor característico, além de aromas e sabores à cerveja.  Junto do malte, da levedura e de água fresca, a planta fecha o quarteto de ouro da produção de uma boa cerveja artesanal. No entanto o lúpulo às vezes se apresenta como um vilão para as micro-cervejarias. Por não ser plantado em larga escala no Brasil, as cervejarias acabam dependentes de outros mercados produtores da planta, como Estados Unidos, Bélgica, República Tcheca e Nova Zelândia. A importação do lúpulo acaba atrasando processos de fabricação e encarecendo o preço final das cervejas especiais brasileiras.

O lúpulo - cabe a ele dar amargor à bebida, além de notas herbais, florais, cítricas, terrosas ou condimentadas.

O lúpulo – A planta responde pelo amargor, além de notas herbais, florais, cítricas, terrosas ou condimentadas da sua cerveja.

Mas a dependência das cervejarias brasileiras ao mercado estrangeiro está prestes a mudar, podendo diminuir num curto prazo de tempo. E a região de Campos do Jordão figura no meio desta mudança de cenário graças a uma iniciativa da cervejaria Baden Baden em parceria com o Viveiro Frutopia.

Quem não arrisca…

Em comemoração aos 15 anos da cervejaria Baden Baden, a marca decidiu produzir uma cerveja que levasse na receita lúpulo plantado no Brasil. Para isso procurou o agrônomo Rodrigo Veraldi, proprietário do Viveiro Frutopia, que há oito anos vem fazendo experimentos na tentativa de viabilizar a produção de lúpulo em larga escala nos arredores de Campos do Jordão. Entusiasmada com a qualidade do lúpulo colhido pelo Viveiro Frutopia em maio deste ano, a marca fechou parceria com a propriedade de Veraldi adquirindo um terço da produção daquele mês para aplicar na produção da sua cerveja comemorativa.

Tudo Nosso - Pela primeira vez lúpulo nacional entrou na receita de uma Baden Baden.

Tudo Nosso – Pela primeira vez lúpulo nacional entrou na receita de uma Baden Baden.

O resultado da dobradinha Baden x Frutopia foi a cerveja “15 anos”, uma Heller Bock (bock clara) que chama atenção pelas notas destacadas de malte e o amargor moderado. A primeira cerveja brasileira com lúpulo produzido no país a ser distribuída nacionalmente.

Nos acréscimos

O lúpulo 100% nacional é resultado de muita pesquisa e um bocado de sorte. Há quase dois anos o agrônomo Rodrigo Veraldi estava desanimado das tentativas frustradas de produzir lúpulo em sua propriedade e por isso decidiu descartar todas sementes da planta na área de bota-fora de sua fazenda. Mas tempos depois do descarte, o agrônomo ao passar pela área do descarte foi surpreendido com uma grande moita de lúpulo. A moita estava produzindo absurdamente e dela Veraldi retirou mudas clones sobre as quais vem trabalhando em cima desde então.

O viveiro Frutopia fica localizado em São Bento do Sapucaí, município vizinho de Campos do Jordão.

O viveiro Frutopia fica localizado em São Bento do Sapucaí, município vizinho de Campos do Jordão.

“Foi aos 48 minutos do segundo tempo”, brincou o agrônomo Rodrigo Veraldi com a reportagem da Veja SP recentemente, quando questionado sobre o processo que levara a planta a se desenvolver.

Sobre a produção em larga escala esta ainda está em vias de concretização. Mas deve acontecer ainda no curto prazo. Segundo Veraldi a aposta é que em 2016 o Viveiro já produza a contento para atender parte do mercado das micro-cervejarias brasileiras. E com uma nova parceria firmada com a matriz japonesa da Brasil Kirin, proprietária da Baden Baden, o agrônomo pretende entregar um produto ainda melhor no que diz respeito à quantidade de alfa-ácidos, substância responsável por grande parte do amargor conferido pelo lúpulo à cerveja.

A cerveja

15 Anos - Uma Heller Bock de respeito.

15 Anos – Uma Heller Bock de respeito.

Sobre o por quê da adoção do lúpulo nacional em uma edição tão importante como a comemorativa Leonardo Gayer, gerente de marketing de cervejas especiais da Brasil Kirin, proprietária da cervejaria Baden Baden, em entrevista para a Veja SP declarou que “O objetivo é criar uma tradição e identidade nacionais, e inovar no mercado de cervejas especiais no Brasil.”

A aposta tem sido bem sucedida, pois a cerveja tem agradado consumidores e sommeliers. Em sites especializados a cerveja tem alcançado boas notas no conjunto da obra , somando 4 estrelas (de cinco possíveis) na maioria dos sites que pesquisamos.

Tem gosto de que? Vai bem com o que?

por Marcelo Costa*

De coloração âmbar cristalina, a Baden Baden 15 anos (a cervejaria surgiu em 1999 em Campos do Jordão) exibe um excelente creme branco, de ótima formação e boa permanência. No nariz, um interessante buquê aromático destaca o malte (através de notas adocicadas que remetem a caramelo e mel) abraçado por delicadas notas florais e um leve toque frutado cítrico, sem remissão a nenhuma fruta especifica. Há, ainda, sugestão de biscoito e leve amendoado. Na boca, o conjunto melhora consideravelmente. A entrada é adocicada com caramelo do malte, que encontra pouca resistência de amargor dos lúpulos, e se sobressai num conjunto agradável que sugere leve amendoado, aproximação com mel e caramelo além de biscoito e leve toque floral com nenhuma percepção dos 6.7% de álcool. O final é maltado e adocicado, sem presença de lúpulo, enquanto o retrogosto reforça a sensação de doçura. Uma cerveja de bom drinkability.

“A Baden Baden 15 anos utilizou lúpulos brasileiros no dry-hopping, e ainda que a receita não foque exclusivamente nos lúpulos, a iniciativa é elogiável e rende uma das melhores cervejas da Baden Baden, ao lado da 1999 e da Red Ale” — Marcelo Costa, crítico e sommelier.

A Baden Baden 15 anos harmoniza com carne suína, como lombo, Eisbein, panceta, bisteca, salsichas e embutidos, e queijos Gouda, Gruyère, Parmesão e Grana Padano. A temperatura ideal de consumo é entre 6°C e 10°C. Cheers!!!

* Confira o review completo da Baden Baden 15 anos feito pelo crítico Marcelo Costa no site Scream & Yell

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fontes: Veja SP
Baden Baden anuncia cerveja com lúpulo brasileiro
Lúpulo plantado em SP quase foi para o descarte

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Queijos e Inverno, tudo a ver!

Queijos combinam com o inverno. Assim como o vinho e o chocolate, os queijos ganham um apelo ainda maior nesta época do ano. Por isso preparamos uma lista com os principais tipos de queijo para você mandar bem naquela tábua de frios, queijos e vinhos ou fondue. De quebra listamos as melhores casas de queijos de Campos do Jordão e contamos as calorias da maioria deles, para você saborear sem culpa e não perder moral com a balança.

Tipos de queijos

Existem vários tipos de queijos em todo o mundo. A diferença entre eles dá-se basicamente pela matéria prima utilizada (leite de vaca, cabra, ovelha, búfala), textura (macia, firme), sabor (leve, picante), cor (branca, amarela), odor (marcante, suave) e composição nutricional (mais ou menos calórico, em função da quantidade de gordura).

Confira os mais comuns:

Queijo faz bem

Queijos são alimentos excelentes por causa do alto valor nutritivo. Eles são ricos em proteínas de boa qualidade, também fornecem vitaminas A , D e E ao organismo, além de minerais (principalmente, cálcio e fósforo)). Quanto ao valor calórico, os mais gordurosos são os que normalmente contêm maior quantidade de energia.

Sobre o cálcio, este é mais um motivo para não tirar o queijo da dieta. Isso porque atualmente muitos estudos relacionam o consumo de alimentos ricos em cálcio, como o queijo, com baixos índices de massa corporal(IMC).

Mas não é por isso que você vai fazer dos queijos sua dieta principal. Nem pode. Por ser rico em gorduras saturadas, é importante que os queijos sejam consumidos com moderação. O ideal é optar por queijos menos calóricos.

Saiba como

Para verificar a quantidade de gordura dos queijos basta observar a sua cor. Geralmente, quanto mais amarelo, maior é o teor de gordura do queijo. Mas nem todos seguem essa regra, o mussarela de búfala, por exemplo, é uma exceção. Apesar de ser bastante branco, é um queijo com alto teor de gordura.

De bem com a balança

Os principais exemplos de queijos menos gordurosos e com baixo valor calórico são o queijo minas fresco, ricota e cottage. Tais queijos são fontes de proteínas de alto valor biológico, ou seja, proteínas que fornecem todos os aminoácidos essenciais ao organismo em quantidade suficiente. Ótimos para ingerir depois da academia.

Coma com consciência

Moderadamente tudo pode, até aquele cheddar super calórico que você adora. É só controlar nas porções. Como? Confira as calorias (porção de 100g) dos principais queijos a venda no Brasil.

 Cottage – 103 kcal

Ricota – 138 kcal

Requeijão – 257 kcal

Minas Fresco – 264 kcal

Muçarela – 300 kcal

Muçarela de Búfala – 300 kcal

Brie – 334 kcal

Catupiry – 343,5 kcal

Cream Cheese – 349 kcal

Provolone – 351 kcal

Prato – 352 kcal

Gorgonzola – 353 kcal

Suíço – 380 kcal

Parmesão duro – 392 kcal

Cheddar – 403 kcal

Em Campos do Jordão

Empório Matterhorn - Tudo para o seu queijos e vinhos.

Empório Matterhorn – Tudo para o seu queijos e vinhos.

Já é hábito de muitos turistas levar na bagagem de volta para casa, queijos de Campos do Jordão. Selecionamos as melhores casas de queijos da cidade para você visitar.

Matterhorn – Boulevard Geneve, Praça de Capivari, loja 18

Esther – Rua Oriavaldo de Lima Cardoso,13, Vila Jaguaribe

Queijo Cremoso – Endereço: R. Sta. Tereza, 71, Vila Isabela | Ao lado do Portal

Arcobaleno – Endereço: Av. Januário Miráglia, 2588, loja 2,  Jaguaribe

Queijos Artesanais

queijos artesanais

Sans Souci trouxe em 2016 para Campos do Jordão a tradição dos melhores tipos de queijo do mundo. Agora queijos finos como Saint Marcellin, Saint Paulin, Pont L’Évêque, Chabichou, Chèvre a l’huile, entre outros, fazem parte do mix de produtos do cantinho gastronômico mais simpático da cidade. Clique na imagem para saber mais.

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O segredo das Frutas Vermelhas de Campos do Jordão

Em On the Road, clássico da literatura beat, o personagem principal Sal Paradise atravessa o Estados Unidos de leste a oeste. No caminho prova as mais diversas tortas de maçã com sorvete de creme. Paradise faz do doce sua opção número 1 no café da manhã, no almoço e no jantar. O motivo: A receita está presente na maioria dos restaurantes de beira de estrada dos EUA e claro, Paradise acha uma delícia.

“Comi outra torta de maçã com sorvete, foi praticamente só o que comi durante toda a viagem através do país, eu sabia que era nutritivo e claro, delicioso. [...] Comia torta de maçã com sorvete - estava ficando cada vez melhor à medida que eu avançava o país adentro, a torta maior, o sorvete mais cremoso.”

Sal Paradise é o alter-ego do autor Jack Kerouac, que sim, adorava tortas de maçã na vida real.“Comi outra torta de maçã com sorvete, foi praticamente só o que comi durante toda a viagem através do país, eu sabia que era nutritivo e claro, delicioso. [...] Comia torta de maçã com sorvete – estava ficando cada vez melhor à medida que eu avançava o país adentro, a torta maior, o sorvete mais cremoso.” – Jack Kerouac | On the Road

“Com calda de frutas vermelhas”

Uma arte - O cultivo das framboesas em Campos do Jordão

Uma arte – O cultivo das framboesas em Campos do Jordão

Em Campos do Jordão o turista pode vivenciar algo parecido com a experiência do personagem do livro, se entregando ao prazer das frutas vermelhas no lugar da torta de maçã. São muitos os restaurantes com pratos, doces e salgados, que combinam entre os ingredientes frutas como framboesa, amora, mirtilo, blueberry, morango e ameixa. Anote isso, você vai ler muito essas duas palavrinhas combinadas nos cardápios da cidade: “Frutas Vermelhas”. E se provar, vai adorar! E também não será loucura alguma repetir o mesmo pedido em diferentes estabelecimentos só para comparar qual suco, torta, geleia, calda ou prato com frutas vermelhas é o mais gostoso de Campos do Jordão.

Agridoce - Faisão assado ao molho de frutas vermelhas e arroz com castanhas portuguesas. restaurante La Gália.

Agridoce – Faisão assado ao molho de frutas vermelhas e arroz com castanhas portuguesas. Foto: Cozinha da Montanha

Os restaurantes de Campos do Jordão tem uma filosofia, “Aproveite na montanha o que é da montanha”, daí o porquê das frutas vermelhas, o pinhão e as trutas estarem sempre presentes nos menus.

Favorita

Aliado - O clima frio auxilia o desenvolvimento das frutas vermelhas.

Torta - Fazenda Baronesa Von Leithner

Dentre as frutas vermelhas a framboesa é a menina dos olhos dos produtores. A fruta chegou ao Brasil no inicio dos anos 50, sendo introduzida primeiramente na região de Campos do Jordão.

60 anos depois da sua introdução, a fruta hoje é protagonista da gastronomia local e conta com um festival em sua homenagem que acontece todo ano no mês de dezembro.

Cartaz da Festa da Framboesa de 2013

Cartaz da Festa da Framboesa de 2013

O bom desenvolvimento da framboesa se deve, sobretudo, ao clima frio.

O suco que essas frutinhas congeladas dão é um espetáculo!

O suco dessas frutinhas congeladas é um espetáculo! Peça nos restaurantes.

Frutas vermelhas, principalmente as mais delicadas como as framboesas, amoras e mirtilos, encontram em regiões montanhosas condições ideais para se desenvolverem. E o clima de Campos do Jordão é excelente para o desenvolvimento das pequenas frutas o que fez com que muitos pequenos agricultores e mais recentemente viveiros especializados voltassem suas atividades para o cultivo das frutas vermelhas.

Expertise de Fazenda

Torta de Mirtilo - Viveiro Frutopia.

Torta de Mirtilo – Viveiro Frutopia.

99% da produção de frutas vermelhas da região é vendida congelada, para posterior fabricação de geleias, sucos e diferentes receitas. Apenas 1% é comercializado in natura. Deste 1% os principais compradores são os restaurantes de Campos do Jordão e região. Daí o segredo da maioria dos pratos da cidade que levam frutas vermelhas, as frutas são frescas, o que deixa os pratos ainda mais saborosos. Dificilmente o turista provará algo parecido na sua cidade de origem.

Pés de Framboesa da Fazenda Baronesa Von Leithner.

Pés de Framboesa da Fazenda Baronesa Von Leithner.

Além disso, o know-how desenvolvido na produção das frutinhas na região é notável. Produtores da região como o Viveiro Frutopia, a Fazenda Baronesa Von Leithner e a colônia japonesa da Fazenda Renópolis há anos vem aprimorando o cultivo. A qualidade das frutas produzidas na cidade é única.

Viveiro Frutopia

Viveiro Frutopia

No Viveiro Frutopia são cultivadas 20 variedades de framboesas, sendo o maior acervo genético da fruta no país, e único produtor da framboesa dourada. A Fazenda Baronesa, por sua vez, foi a primeira produtora dos frutos no país e hoje  mantém um complexo de alta gastronomia focado nas frutas.

Expertise - As mudas da variedade dourada são comercializadas por 25 reais a unidade. Já as da framboesa-vermelha saem por 2 reais a unidade. O quilo da vermelha é comercializado pelo produtor a 10,50 reais e chega ao consumidor final oscilando entre 80 e 150 reais, dependendo da época do ano. Já o quilo da amarela é vendido a 12,50 reais e chega aos supermercados por 200 reais.

Bom Negócio - As mudas da variedade dourada são comercializadas por 25 reais a unidade. Já as da framboesa-vermelha saem por 2 reais a unidade. O quilo da vermelha é comercializado pelo produtor a 10,50 reais e chega ao consumidor final oscilando entre 80 e 150 reais, dependendo da época do ano. Já o quilo da amarela é vendido a 12,50 reais e chega aos supermercados por 200 reais.

Já a colônia japonesa de Campos do Jordão e região cultiva as frutas em pequena escala provendo, sobretudo, o mercado local. Mas mesmo assim desempenha um papel importantíssimo uma vez que os pés dos frutos apesar de serem plantas rústicas, exigem cuidados diários, pois as frutas são delicadas. Assim, no tocante a produção para comercialização in natura, o pequeno produtor é fundamental. É o cuidado do pequeno agricultor que garante a qualidade das frutas consumidas em Campos do Jordão e região.

Explosão de saúde - Frutas vermelhas são utilizadas desde a antiguidade com fins medicinais. São uma ótima fonte para retardar o envelhecimento celular e ricas em vitamina C, vitamina E e cálcio.

Explosão de saúde – Frutas vermelhas são utilizadas desde a antiguidade com fins medicinais. São uma ótima fonte para retardar o envelhecimento celular e ricas em vitamina C, vitamina E e cálcio. Frutas do Viveiro Frutopia.

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Vale a pena conhecer e parar para comer

Viveiro Frutopia – Clique aqui para ler uma resenha.

Baronesa Von Leithner – Clique aqui para acessar o site.

Bônus: Confira como é feito o processo de congelamento das frutas e também algumas receitas com o vídeo-repórter Rodrigo Leitão.

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Comer & Beber

Na dúvida, peça truta!

Ela é prima do salmão e chegou a Campos do Jordão há pouco mais de 50 anos. Os primeiros ovos da espécie a desembarcar por aqui vieram da Dinamarca. Chique que só ela, fez fama muito rápido e logo virou gíria, primeiramente como sinônimo de mulher bonita e fina, de corpo esguio; depois virou referência a pessoas importantes, patrões; hoje ela serve para cumprimentar amigos, quem é de São Paulo já se acostumou a ouvir um “e aí, truta?” como cumprimento pelas ruas da metrópole. O que é super adequado, afinal, se a palavra passou a significar “alguém importante”, chamar um amigo de truta é mais do que válido.  E Campos do Jordão se alegra muito em ser “truta” da truta. A espécie se adaptou perfeitamente às águas da cidade e já está totalmente integrada à cultura local. Nem tem mais sotaque, já é brasileira e jordanense.

Truta é coisa séria - Campos do Jordão conta com um centro de pesquisas e um centro de treinamento especializado em truticultura.

Truta é coisa séria – Campos do Jordão conta com um centro de pesquisas e um centro de treinamento especializado em truticultura. Curiosidade: O peixe pode chegar a 60 cm de comprimento e pesar até 2 kg. Na foto: Fêmea de coloração selvagem (a mais comum) de 2 anos de idade.

O peixe está presente em “11 de cada 10 restaurantes” de Campos do Jordão. E arriscamos dizer que aqui se come a truta mais fresca do país. Criadouros particulares e a Estação Experimental de Salmonicultura de Campos do Jordão, que pertence ao Instituto da Pesca do Estado de SP, respeitam todo o ciclo natural da espécie e fornecem o peixe para toda rede de restaurantes da cidade.

Tanque de cultivo com água corrente da montanha. Truticultura Cachoeirinha, Campos do Jordão-SP.

Tanque de cultivo de trutas com água corrente da montanha. Truticultura Cachoeirinha, Campos do Jordão-SP.

A espécie Arco-Íris, originária dos rios da América do Norte, hoje é mais comercializada em Campos do Jordão, e pode ser comum ou salmonada (na qual o peixe é alimentado de maneira que venha a desenvolver uma cor mais avermelhada, como um salmão).

O toque de mestre - A qualidade da truta de Campos do Jordão deve muito a água fria e límpida da cidade.

Toque de mestre – A qualidade da truta de Campos do Jordão deve muito a água fria e límpida da cidade.

Por só se desenvolver em águas muito frias e cristalinas a Truta é considerada um pescado branco, assim como o salmão, e por não se desenvolver em qualquer ambiente e ser muita rica nutricionalmente, é considerada um alimento gourmet.

Truta com legumes e purê de batata doce roxa. Restaurante Tarundu.

Truta com legumes e purê de batata doce roxa. Restaurante Tarundu.

O apelo gastronômico sofisticado do peixe pode ser notado facilmente nos restaurantes de Campos do Jordão. Na cidade o peixe está sempre na lista dos pratos mais pedidos e chega às mesas nas mais variadas formas, de caviar à moqueca, e com os mais curiosos acompanhamentos, do tradicional pinhão local ao purê de batata doce roxa. A imaginação dos chefs para reinventar o prato não tem limites.

Filé de Truta grelhado acompanhado de purê de mandioquinha, bastões crocantes de queijo minas regado ao molho caramelo de cerveja. Restaurante Ludwig.

Filé de Truta grelhado acompanhado de purê de mandioquinha, bastões crocantes de queijo minas regado ao molho caramelo de cerveja. Restaurante Ludwig.

Pesque e pague

Restaurante e Pesque e Pague "Truta Azul".

Restaurante e Pesque e Pague “Truta Azul”.

Além dos criadouros e restaurantes, outro ramo de negócios de Campos do Jordão que se mantém graças a truta são os parques de pesca. Isso porque a truta arco-íris é um peixe muito cobiçado por pescadores esportivos. Muito combatente e astuta, ela é um convite para a pesca esportiva, sobretudo a denominada Flyfishing, praticada com mosca.

Onde comer? Onde Pescar?

Que trio! - Truta + Pinhão + Friozinho com lareira.

Que trio! – Truta + Pinhão + Friozinho com lareira.

Abaixo listamos alguns criadouros, parques e restaurantes que fazem bonito no cultivo e(ou) preparo da truta.

Pesca & Cultura

Pesca na Montanha

No Pesca na Montanha o pescador desfruta de uma paisagem que remete aos lagos canadenses.

No Pesca na Montanha o pescador desfruta de uma paisagem que remete aos lagos canadenses.

A criação de trutas, com capacidade de 1 tonelada/mês, conta com uma ampla infra estrutura de tanques circulares e auto-limpantes. Toda a produção é absorvida pelos lagos de pesca e pelo restaurante. Solicite uma visita monitorada à criação. O técnico em piscicultura explica a origem da truta, suas principais características, aspectos históricos sobre a introdução deste peixe na região, etc.

Pesca-se em 3 lagos com níveis diferentes de dificuldade e você pode trazer seu próprio equipamento.

Pesca de truta: é fornecido como cortesia vara de bambu, isca e sam­burá. Depois de pescados, os peixes são pesados, limpos e embalados no gelo. Preço p/quilo: R$ 28,00.

Resenha e endereço: Clique aqui.

Truticultura Cachoeirinha

No caminho do Horto Florestal de Campos do Jordão, a truticultura Cachoeirinha é um dos endereços mais tradicionais no tocante ao cultivo e preparo de pratos com truta em Campos do Jordão. Um lugar bastante aprazível, excelente para quem gosta de curtir a natureza, com paz e tranquilidade.

Resenha e endereço: Clique aqui.

Comer! Comer!

Truta com ratatouille de legumes. Restaurante Baden Baden.

Truta com ratatouille de legumes. Restaurante Baden Baden.

Baden Baden – Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Matterhorn - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Mezzanino - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Confraria do Sabor - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Ludwig - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Charpentier - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Tarundu - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Arco Íris - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Santa Truta - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Truta Azul - Resenha da Veja Comer & Beber, clique aqui.

Para mais, acesse:
www.vejabrasil.abril.com.br/vale-e-montanha
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bônus: Veja como é feito o cultivo da truta arco-íris no Parque Estadual de Campos do Jordão.

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Comer & Beber, Rolê Econômico

Waffels belgas em Campos do Jordão

Esqueça as cervejas e os chocolates, na Bélgica os waffles são o maior símbolo da gastronomia local. O waffle é o equivalente belga ao nosso pãozinho com manteiga no café da manhã. Os belgas costumam come-los todos os dias e o quitute se apresenta em duas versões, tradicional (também conhecido como waffle Bruxelas) e liège. O primeiro é menos doce e geralmente é feito em casa e servido com açúcar glacial, geleias e frutas frescas. Já o segundo é mais doce, pois conta com cristais de açúcar que quando aquecidos caramelizam e se tornam crocantes. É isso que o torna diferente do primeiro, é mais saboroso. Servido com calda de chocolate então, é irresistível!

Waffles em Campos do Jordão - Peça like a boss. A pronúncia correta é “Woffle” e não “Weiffle”.

Waffles em Campos do Jordão – Peça like a boss. A pronúncia correta é “Woffle” e não “Weiffle”.

O waffle à liège é muito comercializado nas ruas e parques da Bélgica. A fama do doce é tão grande que os belgas consideram um autêntico liège um dos grandes prazeres da vida. Alguém pensou no nosso brigadeiro? Então, tipo isso.

Waffle de doce de leite com coco (R$13,00). Refrigerantes custam R$4,50 a lata. Sucos saem a R$5,50 a lata.

Waffle de doce de leite com coco (R$13,00). Refrigerantes custam R$4,50 a lata. Sucos saem a R$5,50 a lata.

A boa notícia para quem visita Campos do Jordão é que a cidade ganhou um legítimo representante dessa delícia belga, o Quiosque Belgian Waffles. Localizado no Boulevard Geneve, centrinho turístico da cidade, o Belgian Waffles respeita a receita original e comercializa um autêntico liège. Prova disso é que mesmo puro, sem cobertura, o doce é uma delícia. O waffle é crocante por fora e fofo por dentro, com textura semelhante a um bolo. E se quentes são bons, frios não perdem qualidade. Dá pra comprar e levar para casa numa boa para consumir no dia seguinte.

Waffle com cobertura de chocolate belga e morangos (R$15,00). Em dias frios o chocolate quente da casa pode acompanhar o doce (R$7,00 a xícara pequena e R$12,00 a grande).

Waffle com cobertura de chocolate belga e morangos (R$15,00). Em dias frios o chocolate quente da casa pode acompanhar o doce (R$7,00 a xícara pequena e R$12,00 a grande).

Em Campos do Jordão encontrar o Belgian Waffles é muito fácil. Uma vez no centrinho da Vila Capivari basta seguir o cheirinho de caramelo que você vai se deparar com o simpático quiosque belga ao lado da lojinha de cervejas gourmet Baden Baden, na entrada da galeria de lojas coberta do Boulevard Geneve. É muito fácil de achar porque o cheirinho dos waffles assando é irresistível.

Deliciosos - À esquerda waffle com cobertura de Nutella. À direita waffle com cobertura de geleia de  frutas vermelhas. Ambos custam R$15,00 cada.

Deliciosos – À esquerda waffle com cobertura de Nutella. À direita waffle com cobertura de geleia de frutas vermelhas. Ambos custam R$15,00 cada. As geleias da Belgian Waffles são da marca Geleia dos Monges.

Na sua próxima visita à vila Capivari em Campos do Jordão faça um favor a si mesmo(a), não vá embora sem experimentar o autêntico waffle belga à liège, da Belgian Waffles. Afinal, como diz aquele dito popular: “a vida é muito curta, então melhor começar pela sobremesa.”

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Endereço: Rua Djalma Forjaz, nº 103
Facebook: www.facebook.com/pages/Belgian-Waffles-Campos-do-Jordão

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turismo rural em Campos do Jordão
Bem Estar, Natureza, Passeios

Turismo Rural em Campos do Jordão

 “Todo homem pode ser um homem bom no campo”

O aforismo que abre esse post é do escritor Oscar Wilde e faz alusão a sensação de paz e tranquilidade que a vida no campo proporciona às pessoas das cidades. Escapar do stress do dia a dia dos grandes centros é o que motiva a escolha de Campos do Jordão como destino turístico de muitos turistas.

Bairro dos Mellos, comunidade rural de Campos do Jordão.

Bairro dos Mellos, comunidade rural de Campos do Jordão.

Turismo Rural

A cidade, apesar do badalado centro turístico, tem várias opções de passeios nos quais a natureza e a calma ditam a cadência dos eventos. Tanto que cada vez mais empresários da região tem voltado os olhos para empreendimentos na área do turismo rural. São iniciativas focadas em momentos de bem estar genuíno, de contato com a natureza, com a culinária local, a agricultura e as tradições das comunidades rurais.

Pés de framboesas. A fruta é figurinha carimbada na culinária típica de Campos do Jordão e região.

Pés de framboesas. A fruta é figurinha carimbada na culinária típica de Campos do Jordão e região.

Selecionamos três destinos que combinam visitas ao campo, observação de animais, hortas, café coloniais e cultura local. Um mundo livre de agrotóxicos, que respeita o meio ambiente e as tradições locais, e cujas delícias vão ficar na sua lembrança por muito tempo. Tudo com gostinho de fazenda.

Fazenda Renópolis

O buffet do Café colonial da Fazenda Renópolis é sempre lembrado pelo júri da revista Veja Comer & Beber.

O  Café colonial da Fazenda Renópolis é sempre lembrado pelo júri da revista Veja Comer & Beber.

A fazenda Renópolis produz tudo que é consumido nas suas dependências. Administrada por Denise e Débora Murgel, mãe e filha, a Fazenda Renópolis pertence à família Murgel desde a década de 20 e dela se originou a Colônia Renópolis, povoada por colonos japoneses há décadas.

O local responde por  20 alqueires de mata nativa, com trilhas, cachoeira, destinos de escalada e belíssimas paisagens da Serra da Mantiqueira.  Em meio às trilhas da fazenda diversos animais convivem harmonicamente com os funcionários e turistas.

A comunidade rural de Renópolis é tão tradicional que conta com uma parada ferroviária própria. A Fazenda Renópolis também faz parte do roteiro turístico da EFCJ e é uma das paradas do trajeto Campos do Jordão - Santo Antônio do Pinhal.

A comunidade rural de Renópolis é tão tradicional que conta com uma parada ferroviária própria. A Fazenda Renópolis também faz parte do roteiro turístico da EFCJ e é uma das paradas do trajeto Campos do Jordão – Santo Antônio do Pinhal.

Na casa sede o turista encontra a Casa de Chá colonial, conhece o artesanato local e produtos com ervas medicinais e aromáticas produzidos na fazenda.

A revista Veja Comer & Beber acaba de destacar os chás da Fazenda Renópolis em sua última edição. Ao todo são 40 tipos de chás, cujas ervas são cultivadas organicamente e depois desidratadas, mas o chá também pode ser feito com folhas frescas colhidas na horta, à vista do freguês.

 Empório dos Mellos

O Empório dos Mellos é responsável por um toque discreto e eficiente de contemporaneidade para a culinária da pacata comunidade dos Mellos em Campos do Jordão.

O Empório dos Mellos é responsável por um toque discreto e eficiente de contemporaneidade na culinária da pacata comunidade dos Mellos em Campos do Jordão.

Mix de empório, restaurante e casa de artesanato, o Empório dos Mellos trabalha com produtos cultivados e produzidos pela comunidade do Bairro dos Mellos, uma bucólica comunidade rural de Campos do Jordão.

O vale dos Mellos onde fica localizado o Empório dos Mellos.

O vale dos Mellos onde fica localizado o Empório dos Mellos.

A mercearia oferece verduras, legumes, pães artesanais e frutas frescas sempre fornecidas por agricultores da região. Na lojinha de artesanato o visitante encontra  peças de madeira, machetaria, bordados, velas, cerâmica e pintura em tecido. Tudo produzido pela comunidade local.

Com 10 anos de atividade o Empório dos Mellos já faz parte do dia a dia da comunidade local.

Com 10 anos de atividade o Empório dos Mellos já está totalmente incorporado ao dia a dia da comunidade local.

Já o restaurante homenageia a comida caipira em cada um de seus pratos, mas com uma releitura moderna. O lombo na lata, por exemplo, é recheado com linguiça calabresa ao molho agridoce de mexerica e geleia de pimenta, acompanhado de repolho refogado e purê de mandioquinha.  Do restaurante os clientes tem vista para a comunidade dos Mellos e um jardim de roça, onde pode-se observar o vai vem de  galinhas d’angola e várias espécies de passarinhos.

 Viveiro Frutopia | Restaurante Entre Vilas

O nome Entre Vilas batiza o restaurante, o vinho e o azeite do viveiro

O nome Entre Vilas batiza o restaurante, o vinho e o azeite do viveiro Frutopia

Valorizar produtos locais, privilegiando pequenos agricultores e minimizando impactos ambientais. Esta é a proposta do Restaurante Entre Vilas, localizado entre São Bento do Sapucaí e Campos do Jordão.  Com uma proposta de levar à mesa apenas aromas e sabores típicos do campo, a casa utiliza somente matérias-primas e ingredientes oriundos da fazenda e da região onde o restaurante está localizado.

O Agrônomo Rodrigo Veraldi Ismael é o responsável pela produção do viveiro

O Agrônomo Rodrigo Veraldi Ismael é o responsável pela produção do viveiro Frutopia. Foto: Revista Globo Rural

Instalado dentro do viveiro Frutopia, o restaurante apesar de estar localizado na vizinha São Bento do Sapucaí é de fácil acesso para quem visita Campos do Jordão.  E o viveiro aberto recentemente para visitações também possui ligações fortes com Campos. Rodrigo Veraldi Ismael, o proprietário, é filho do ex-prefeito de Campos do Jordão, João Paulo Ismael. E foi o Ismael pai que há 30 anos atrás, começou o cultivo de framboesas na propriedade da família,  hoje administrada pelo filho. Maior viveiro de frutas do país, a propriedade é 100% sustentável. Só de framboesas são 20 variedades diferentes. A propriedade também produz lúpulo e seu produto serviu de matéria-prima para a edição comemorativa de 15 anos da cerveja Baden Baden. Outras áreas de atuação da fazenda são as vinhas e oliveiras, que também já contam com vinho e azeite homônimos, o Entre Vilas.

A edição comemorativa de 15 anos da Baden Baden foi produzida com lúpulo do Viveiro Frutopia.

A edição comemorativa de 15 anos da Baden Baden foi produzida com lúpulo do Viveiro Frutopia.

Mas atenção, interessados em conhecer a fazenda ou almoçar no restaurante devem fazer reservas antecipadas.

O restaurante funciona às sextas, sábados e domingos, a partir das 12 horas e as reservas devem ser feitas através do e-mail r.veraldi@terra.com.br ou pelo telefone 12- 99745-9897. O Entre Vilas fica no 5 KM da Estrada Municipal São Bento do Sapucaí.

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Como chegar:

Fazenda Renópolis, clique aqui.

Empório dos Mellos, clique aqui.

Viveiro Frutopia, clique aqui.

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