Fazendinha Toriba - Campos do Jordão - Boulevard Geneve
Passeios, Rolê Kids, Roteiro Família

A Fazendinha Toriba

Fazendinha Toriba

Fazendinha Toriba - Campos do Jordão - Boulevard Geneve

Fazendinha Toriba - Foto por Viva Fotografia/Divulgação CVB

Uma fazenda a 1700 metros de altitude envolta por um mar de araucárias, esse é o cenário da Fazendinha Toriba. Localizada no circuito turístico do Gavião Gonzaga, área nobre e de preservação ambiental de Campos do Jordão, o local é uma boa opção de passeio para família com crianças.

Bicharada

Fazendinha Toriba - Campos do Jordão - Boulevard Geneve

Fazendinha Toriba - Foto por Viva Fotografia/Divulgação CVB

Na Fazendinha Toriba o convívio entre as pessoas e os animais é natural. Esqueça a realidade de zoológicos, lá as crianças podem correr e brincar com os bichos, bem como tocá-los e alimentá-los. Claro que, sempre com respeito e acompanhadas por monitores.

Fazendinha Toriba - Campos do Jordão - Boulevard Geneve

Fazendinha Toriba - Foto por Viva Fotografia/Divulgação CVB

Ovelhas, Javalis, Coelhos, Cabras, Porquinhos, Patos, Gansos, Galinhas, Faisões, Pavões, Esquilos e Peixes são alguns dos bichos criados na fazenda. Muito bem tratados pelos criadores, os animais são lindos.

Fazendinha Toriba - Campos do Jordão - Boulevard Geneve

Fazendinha Toriba - Foto por Viva Fotografia/Divulgação CVB

Caminhadas

Enquanto as crianças se entretêm com a bicharada, os pais podem desbravar a fazenda em caminhadas tranquilas.  A Fazendinha Toriba conta com lindos bosques com vegetação nativa, um riacho e lagos com trutas. Além disso, também há uma horta orgânica aberta para visitação e se bater aquela fome, o local conta com quiosque para lanches e mesas para picnic. 

Serviço

Aberto todos os dias

Horário de Funcionamento: das 10 às 17H

 Preço: R$ 20 (a partir de 3 anos)

Endereço: Estrada Paulo Costa Lenz Cesar, km 4, ao lado do Ponto Culminante Ferroviário do Brasil.

Telefone: (12) 3668-5000

www.toriba.com.br

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Passeios, Ponto Turístico, Roteiro Família

Conheça o Vale dos Mellos em Campos do Jordão

“Acaba não mundão” talvez tenha sido isso o que pensou o lavrador mineiro José Joaquim de Mello na primeira metade do século XIX quando deixou a cidade mineira de Itajubá para morar com sua família num bonito vale em meio a serra da Mantiqueira a 50 quilômetros de distância de sua terra natal. Afinal, foi uma ótima troca. Mello havia encontrado um lugar de natureza intocada e exuberante, clima ameno e água em abundância. Uma terra boa para se plantar e boa para se viver. Um paraíso na serra. E é por essa descoberta que Mello dá nome a um dos destinos de turismo rural mais bonitos do Brasil, o Circuito Turístico dos Mellos, em Campos do Jordão.

Bairro dos Mellos, Campos do Jordão-SP

Bairro dos Mellos, Campos do Jordão-SP

É Campos do Jordão, mas podia ser Minas

O Bairro rural dos Mellos foi fundado antes mesmo da cidade de Campos do Jordão. Muito provavelmente quando o mineiro Mello se mudou para as terras que hoje carregam seu nome não imaginava estar em São Paulo. A época não era de convenções geográficas, e a comunidade que se formou nos anos seguintes no bonito vale descoberto por Mello foi composta, sobretudo, por mineiros. E os mineiros que para o bairro dos Melos vieram trouxeram consigo a riqueza da cultura da roça, com seus costumes e tradições. E é com isso que o turista que vem a Campos do Jordão se depara ao visitar o Bairro dos Mellos: um pedacinho de Minas em meio a badalada cidade serrana.

Bairro dos Mellos, Campos do Jordão-SP

Bairro dos Mellos, Campos do Jordão-SP

Vai diminuindo a cidade… Vai aumentando a simpatia… Quanto menor a casinha…  Mais sincero o bom dia.

Pato Fu em Simplicidade

No bairro dos Mellos o turista é transportado para um clima de pasmaceira, tranquilidade e gentileza. Cerca de 60 famílias vivem no local e a maior parte das pessoas sobrevive da roça e de serviços prestados para empreendimentos turísticos e sociais do bairro.

A simpática igrejinha do Bairro dos Mellos.

A simpática igrejinha do Bairro dos Mellos.

Os "Mellos" em dia de festa.

Os “Mellos” em dia de festa.

Escolas inovadoras, gastronomia de roça e um hotel símbolo do pós luxo

Atualmente a natureza do vale dos Mellos convive em harmonia com diversos empreendimentos. Em comum todos compactuam pela sustentabilidade, na busca de causar o menor impacto possível ao meio ambiente e à maneira de viver das famílias da região.

Bairro dos Mellos, Campos do Jordão-SP

Bairro dos Mellos, Campos do Jordão-SP

Bem no coração do Vale dos Mellos encontra-se a Fundação Raulston Semler. A fundação mantém no bairro a sede da administração de um projeto inovador em educação, as escolas Lumiar (localizadas no bairro do Lajeado, da cidade vizinha Santo Antônio do Pinhal), e também promove regularmente cursos gratuitos de capacitação profissional e ambiental para a população local.

Hotel Botanique, Campos do Jordão-SP

Hotel Botanique, Campos do Jordão-SP

Onde ficar? Na área da hotelaria existem diversas opções de pousadas e sítios por todo o vale. E desde 2012 o bairro dos Mellos abriga o Hotel Botanique. Um ícone do chamado pós-luxo e um dos hotéis mais caros do Brasil.

Gastronomia de roça - Fachada do restaurante Empório dos Mellos.

Gastronomia de roça – Fachada do restaurante Empório dos Mellos.

Deu fome? A culinária caipira do bairro está bem representada pelo Empório dos Mellos, um restaurante que reinventa pratos típicos caipiras, praticando o que eles chamam carinhosamente de gastronomia de roça. Já para os paladares mais sofisticados existe o Restaurante Mina, que só trabalha com ingredientes naturais e 100% brasileiros, direto das florestas e campos para a mesa. E tem mais. O tradicional alfajor Das Senhoritas também é “made in Mellos”, onde a comunidade de mulheres cafh que produz os chocolates está baseada. E o mel Api-Levy, o melhor da Serra da Mantiqueira e um dos melhores do Brasil, também é produzido por lá (O apiário Api-Levy é aberto a visitações e o mel é vendido apenas na loja conceito da marca localizada dentro do sítio que abriga o apiário).

Área externa do restaurante Mina

Área externa do restaurante Mina

Despedida de ouro

Mellos - Sorvetes Eisland

Fazenda Eisland – Gelatos Premium

Agora, pra terminar nosso passeio aos Mellos, como dizem os locais, nada como uma visita à fazenda Eisland. Localizada na antiga Estrada dos Mellos, geograficamente a fazenda pertence a Santo Antônio do Pinhal, mas regionalmente ela também é um “Mello”, tamanha a proximidade com o bairro. É na fazenda Eisland que o turista pode terminar a tarde provando o melhor sorvete artesanal da serra, um gelato premium tipo italiano (produzido com geleias caseiras e creme de leite das vacas Jersey da própria fazenda).

Mellos - Sorvetes Eisland

Fazenda Eisland – Gelatos Premium

Assim fechamos com chave de ouro nossa visita ao vale dos Mellos, um lugar tão especial que depois de visitado uma vez vai te fazer ir embora pensando em voltar sempre para esse pedacinho de Minas em Campos do Jordão.

Turismo rural - Vista do empório dos Mellos.

Turismo rural – Vista do empório dos Mellos.

Epílogo rural

Campos do Jordão pertence ao estado de São Paulo, mas por muito pouco, um “tirim”, como dizem os mineiros não fica em Minas. A cidade fica a poucos quilômetros do sul de Minas Gerais e o dna mineiro está no sangue de grande parte da população. Talvez isso explique a hospitalidade e simpatia do povo jordanense, algo que levou a cidade ao ranking das dez cidades sul-americanas mais bem avaliadas e procuradas no site Tripadvisor, hoje a maior referência em destinos turísticos na internet.

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Como chegar:

O pessoal do Empório dos Mellos bolou um mapa para ajudar os turistas a chegar no bairro.

O pessoal do Empório dos Mellos bolou um mapa para ajudar os turistas a chegar no bairro.

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Agito, Passeios, Roteiro Família

Folia Kids: Matinês em Campos do Jordão

Em Campos do Jordão as crianças também tem vez na hora de pular o Carnaval. Selecionamos três matinês especialmente voltadas para os pequenos e que certamente farão a alegria da criançada com muitos confetes e serpentinas.

Venha pular o carnaval com a Turma da Mônica!!!

O Fundo Social de Solidariedade de Campos do Jordão realiza o Carnaval da Turma da Mônica na quadra de esportes do Colégio Anísio Teixeira, no Pólo de Estacionamento, próximo ao campo de futebol de Abernéssia. O evento será realizado neste sábado, dia 14 de fevereiro, das 14h às 18h.

Os personagens da turma da Mônica farão apresentações a cada meia hora e nos intervalos posarão para fotos com as famílias. Os horários das fotos serão às 14h30, 15h30, 16h30 e 17h30.

Folia no Museu

E o Museu Felícia Leirner também está em clima de carnaval. O museu realiza até o dia 17 de fevereiro o projeto “Folia no Museu – Tradições e Brincadeiras do Carnaval”. Confira as atrações que vão colocar pais e filhos para pular durante o feriado.

carnaval no museu

“Cortejo e Marchinhas com o Quinteto SAMBANEILSON”

Data: 14, 15, 16 e 17/2/2015

Horário: das 10h às 13h

Durante o Carnaval, o Quinteto SAMBANEILSON (trompete, trombone, baixo, bateria e teclado) de Campos do Jordão será o responsável pela folia nas manhãs do Museu e Auditório. O público será recepcionado no estacionamento e o cortejo passará pelas alamedas do Museu Felícia Leirner até chegar na Concha Acústica, onde acontecerá um lindo baile com marchinhas. Venham fantasiados!

“Pula Pipoca no Carnaval”

Data: 14, 15, 16 e 17/02/2015

Horário: das 15h às 17h.

Para celebrar a alegria do Carnaval, a educadora Adalgiza Américo apresentará a história carnavalesca “Pula pipoca”, que tem como tema a maior festa brasileira, seus ritmos, danças e brincadeiras que alegram a população das diversas regiões do país, mostrando toda a nossa diversidade cultural e diferentes identidades. Por fim, buscando interatividade e diversão, a criançada vai cair no samba, axé, olodum, frevo, forró e marchinhas, no espaço do Museu Felícia Leirner, em uma divertida matinê. Venham fantasiados!

SERVIÇO:

Endereço: Av. Dr. Luis Arrobas Martins, nº 1.880

Informações: (12) 3662-6000

Vagas: 50 por sessão e ordem de chegada

Entrada: gratuita

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Pedra do Baú - Campos do Jordão - São Bento do Sapucaí
Natureza, Passeios, Roteiro Família, Roteiros de Aventura

O Circuito Turístico da lendária Pedra do Baú

Nós do Boulevard Geneve entendemos o fascínio que o comendador José Alfredo, protagonista da novela Império, nutria pelo Monte Roraima a ponto de encher a boca para chamá-lo de “meu monte”. O mesmo acontece com a gente, só que com a Pedra do Baú. Mas diferente do personagem da novela que parecia querer o monte só pra ele, a nós interessa muito mais compartilhar a beleza e a incrível sensação que é desbravar o alto da Pedra do Baú. Como ensina o montanhista mais célebre do século XX, Alexander Supertramp, “a felicidade só é real quando compartilhada”. E visitar a Pedra do Baú e os seus arredores é uma experiência transformadora que merece ser vivida por todas as pessoas.

O que é que tem lá cima?

O alto das montanhas sempre intrigou o homem. Mais pelo fascínio e curiosidade do que pelo desafio do risco. Em toda a história da humanidade os grandes picos de altitude sempre foram considerados lugares místicos ou sagrados. Na Grécia Antiga o Monte Olimpo era a residência dos deuses. Na mitologia Taoísta, os imortais viviam nos montes mais altos. No Brasil o Monte Roraima é considerado a morada do Deus Macunaíma. No folclore japonês as montanhas são sagradas e o Monte Fuji, por exemplo, era até pouco tempo considerado por muitos uma passagem para outro mundo. Ainda no tópico de paraísos na terra, o mundo sagrado de Shangri-la para os tibetanos pode ser alcançado pelas montanhas do Himalaia. E mais recentemente na literatura moderna muitos escritores foram para o alto das montanhas a fim de se redescobrirem. Como é o caso de Jack Kerouack, Thoreau e Jon Krakauer, este último autor da biografia do andarilho Chris McCandless, o Supertramp, que inspirou o cultuado filme Na Natureza Selvagem.

pedra do baú

Pedra do Baú 1950 metros de altitude

Não é perigoso, é revelador

Mas esse aspecto de transformação pessoal/mística experimentado por quem sobe uma montanha hoje em dia muitas vezes é ofuscado por uma ideia equivocada muito forte em quem vive em centros urbanos: a ideia de que práticas como o trekking e o montanhismo são atividades radicais, de risco e que exigem muito do corpo. Algo reservado a poucos aventureiros super bem preparados. Quando na verdade subir uma montanha é algo que está ao alcance de todos. Uma prática que pode ser encarada e vivida por todos. E o melhor: uma prática que costuma culminar numa sensação de algo sublime, uma sensação que só o contato estreito com a energia e imensidão da montanha consegue despertar, um sentimento que se aguça com a vista maravilhosa do cume e que nos permite enxergar e sentir que fazemos parte de um todo muito maior, um todo que nunca vamos compreender, mas que de repente passamos a sentir orgulho de pertencer. A natureza.

pedra do baú

O barato do Montanhismo: Se sentir pequeno, mas ao mesmo tempo importante. Parte de algo maior.

O nosso monte

Em Campos do Jordão são muitos os picos que possibilitam essa experiência mais íntima com a natureza, mas dentre todos a Pedra do Baú se destaca. A Pedra do Baú é sem dúvida um dos cartões postais mais marcantes da cidade. É comum guias turísticos e materiais de divulgação sobre Campos trazerem imagens da pedra. Ainda que a pedra esteja localizada na cidade de São Bento do Sapucaí, a formação rochosa é um dos principais pontos turísticos de Campos do Jordão devido o fácil acesso a ela encontrado no município.

pedra do baú

Dizem que o sertanista Oyaguara, primeiro homem branco a por os pés na Serra da Mantiqueira, depois que viu essa vista saiu espalhando para todo mundo.

Outro motivo pelo qual a pedra é tão querida por Campos do Jordão é a vista privilegiada que a cidade tem para ela. Uma vista bem mais majestosa que a de cidades vizinhas. Isso porque vista da área urbana de São Bento do Sapucaí a pedra é estreita; de Sapucaí-Mirim vê-se o contorno de uma lasca de pedra; de Pouso Alegre a imagem que temos da pedra é chata e larga, mas vista de Campos do Jordão é linda, ampla, um ‘baú de pedra” compacta.

pedra do baú

Pedra do Baú vista de Campos do Jordão

Origens

A Pedra do Baú era chamada pelos índios de Embahú (“ponto de vigia” em tupi-guarani). Após as primeiras expedições bandeirantes pela serra da Mantiqueira a pedra passou a ser chamada de Pedra da Canastra (baú grande de guardar pertences), nome dado pelos tropeiros e caboclos da região. Hoje, no entanto, o nome Baú consegue agradar até os historiadores mais puristas, e presta tributo aos dois nomes originais da pedra.

pedra do baú high line

Sempre presente – A Pedra do Baú faz parte do plano de fundo de Campos do Jordão.

Os Pioneiros

O imenso Baú sempre instigou a curiosidade de muita gente. Lendas dão conta que muitos caboclos, tropeiros e fazendeiros acreditavam que havia um “tesouro dos índios” escondido numa gruta, no alto da pedra. E foi esse tesouro que levou os irmãos Antônio e João Cortez a escalarem a pedra. E reza outra lenda foi numa noite de sono agitado em 12 de agosto de 1940 que Antônio sonhou que estava próximo à pedra e uma mulher desconhecida indicou-lhe o lugar onde ele poderia subir. O aventureiro então acordou de sobressalto às três horas da manhã, chamou o irmão e ambos seguiram para a pedra. Lá chegando, Cortez logo identificou o local indicado no sonho e iniciou a escalada. E após onze longos anos de tentativas frustradas Antônio Cortez foi o primeiro homem a subir e correr sobre a pedra, de ponta a ponta.

Anos 40 - Escadinhas da face norte da pedra.

Anos 40 – Escadinhas da face norte da pedra.

Foi assim, sem equipamentos apropriados, sem conhecimento da arte da escalada, sem mapas, apenas guiados por um sonho que os irmãos Cortez conquistaram o topo do Baú. Uma proeza até hoje considerada um marco no montanhismo brasileiro pela ousadia e coragem.

Pioneiro - Antônio Cortez, primeiro homem a escalar a Pedra do Baú.

Pioneiro – Antônio Cortez, primeiro homem a escalar a Pedra do Baú.

E como conta o historiador Pedro Paulo Filho, o espanto na época foi geral. Quando os primeiros raios de Sol iluminaram a pedra, os lavradores da redondeza viram um homem correndo no alto da pedra. Muitos chegaram a pensar que se tratava do diabo em forma de gente, pois jamais alguém havia realizado tamanha façanha. Lá em cima, no entanto, os irmãos Cortez não encontraram nenhum tesouro, mas fizeram algum dinheiro dois anos depois do feito, quando foram encarregados da obra de construção das escadas que hoje possibilitam que qualquer pessoa suba a lendária Pedra do Baú.

chalé pedra do baú

Abrigo Antônio Cortez – Um chalé montanhês no alto da Pedra do Baú.

Além das escadas os irmãos Cortez também participaram da construção de um chalé em cima da Pedra do Baú.  A construção foi patrocinada pelo visionário empresário Luís Dumont Villares, neto de Santos Dumont. Villares era proprietário de uma fazenda em São Bento do Sapucaí com vista privilegiada para a pedra, e esta fascinava a todos de sua família. Encantado com a ideia da possibilidade recente de atingir o cume da pedra o empresário entusiasmou-se e decidiu bancar também a  construção da obra do primeiro abrigo de montanha do país. Para tanto convocou outro visionário, o engenheiro Floriano Rodrigues Pinheiro. O resultado foi um chalé de tijolos e madeira no topo da pedra. De portas abertas para o pernoite de qualquer  aventureiro, a casa tinha um inovador sistema de armazenamento das águas das chuvas, lareira e um livro de cume no seu interior para relato das histórias de quem passava por lá. Hoje, infelizmente, do chalé só restam partes da fundação da obra. Durante anos vândalos subiram a pedra para saquear e degradar o chalé o que levou à destruição completa do abrigo.

No convite de inauguração lê-se: O abrigo Antônio Cortês foi construído em cima da Pedra do Baú à 1900 metros de altitude. Tem uma sala com lareira e um dormitório com 13 camas de campanha. É público e aberto aos turistas que desejarem pernoitar. A Pedra do Baú foi escalada pela primeira vez em 1942(“sic” erro do material de divulgação, o correto é 1940) pelos irmãos Antônio e João Cortês.

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Convite para a inauguração do abrigo Montanhês: Teve bom, teve até churrasco :)

Ecoturismo

Graças aos irmãos Cortez hoje milhares de pessoas podem subir até o topo da Pedra do Baú e se encantar com a vista panorâmica da mata atlântica, do Vale do Paraíba e do Sul de Minas. O conjunto de montanhas rochosas da Pedra do Baú é formado pelas pedras do Bauzinho, Baú e Ana Chata. O ponto culminante fica a 1950 metros e a vista exuberante atrai milhares de turistas todos os anos. E o Circuito Turístico da Pedra do Baú conta com uma infraestrutura que abarca diversas práticas de esportes ao ar livre, com agências de turismo ecológico e de aventura certificadas que prestam tais serviços, bem como um polo de hotéis, pousadas e restaurantes que servem de base para os turistas.

02.1

#WTF – Especialistas costumam chamar formações rochosas de acidentes geológicos. Nós do Boulevard Geneve chamamos de obra prima de Deus mesmo. Na foto: à esquerda o Baúzinho, no meio a Pedra do Baú e à direita Ana Chata.

Qual a boa?

Montanhismo: Várias trilhas circundam o Bauzinho, Baú e Ana Chata e levam ao cume dessas montanhas. Todas brindam os visitantes com vistas incríveis.

A mais fácil exige apenas 10 minutos de caminhada e leva ao cume do Bauzinho, também chamada pelos locais de Pedrinha. Mesmo pessoas da terceira idade(claro que com os joelhos e a saúde em dia) e crianças tiram de letra a empreitada . Já o topo de Ana Chata é mais desafiador e exige mais esforço, entre 2 a 2h30 de caminhada, passando por uma gruta onde os morcegos dormem durante o dia.

Pedra_do_Baú_-_Campos_do_Jordão_-_São_Paulo

E aí vai encarar?

Mas a que oferece mais emoção e um visual espetacular durante a subida é a rota dos irmãos Cortez para a Pedra do Baú, com cerca de 4 horas de duração(trilha mais subida). Existem duas opções de trilha, ambas contam com uma escada de ferro que vai do pé ao cume. A da face norte, voltada para cidade de São Bento do Sapucaí apresenta às costas do visitante desde os primeiros metros a real dimensão da altura que está sendo vencida. Já o acesso ao cume pela face sul, voltada para Campos do Jordão não é tão exposta. Os mais amedrontados encontram no lado sul às suas costas a mata atlântica que dá uma sensação de maior segurança, uma vez que mascara um pouco a altura.

A empresa Altus Turismo Ecológico costuma promover cafés da manhã no alto da pedra.

A empresa Altus Turismo Ecológico costuma promover cafés da manhã no alto da pedra.

Romantismo à 1950 metros de altura.

Romantismo à 1950 metros de altura.

Escalada em Rocha: Considerado um dos polos mais importantes de escalada do Brasil, cujas vias foram abertas nos anos 70. Para aqueles que dominam suas técnicas e com equipamentos apropriados, existem mais de 80 vias de escaladas catalogadas com diversas graduações, modalidades (livre, artificial e big wall – que necessita pernoitar na parede), atendendo tanto os iniciantes quanto escaladores mais experientes.

Rappel: Técnica de descida por corda utilizando equipamentos de escalada. É praticado no Bauzinho e na Pedra do Baú, sendo o mais indicado para os iniciantes a pedra da Ana Chata. É imprescindível o acompanhamento de guias qualificados.

Voo livre: A quatro quilômetros do estacionamento do Bauzinho está a rampa de voo livre e paraglider. Quem nunca voou, pode experimentar a emoção de voar como os pássaros através do voo duplo.

B.A.S.E Jump: Há poucos anos os praticantes da modalidade B.A.S.E Jump (A sigla B.A.S.E. quer dizer “Building Antenn, Spam & Earth”, ou em português “Prédio, Antena, Ponte e Terra”) descobriram o potencial de saltar do cume da Pedra do Baú com seus minúsculos paraquedas de abertura rápida. Um dos esportes mais radicais, onde qualquer erro pode ser fatal. Não precisamos alertar que é só para profissionais ne?!

Mountain Bike: A Região montanhosa da área da Pedra do Baú possui estradas, trilhas e campos ideais para se pedalar. A equipe da Caloi utiliza a região para treinamento, por combinar grandes desafios com altitude elevada. Através da estrada que liga Campos de Jordão a São Bento do Sapucaí, é possível tomar um acesso até o distrito de Luminosa. Esta estrada possui 18 km de enormes descidas e um visual deslumbrante.

Importante: na área da Pedra do Baú não é autorizada a instalação de barracas para camping. Antes de qualquer decisão procure um local particular para sua instalação.

Pedra do Baú Foto por Erik Cunha

Pedra do Baú Foto por Erik Cunha

O que você vai encontrar lá em cima

A resposta para quem ainda se pergunta o que irá encontrar em cima da pedra mesmo depois de tantas pistas durante o texto é a seguinte. Em cima da Pedra do Baú você encontra algo como aquela paz que sentimos ao ver as ondas do mar quebrarem na praia ou então a sensação de bem estar que temos ao ver as copas das árvores dançando com o vento. Uma sensação maravilhosa de estar vivo e se sentir mais do que vivo, se sentir parte desse todo maior chamado NATUREZA. E isso vale cada gotinha de suor derramado. Pois é… os índios estavam certos. Sempre houve um tesouro em cima da Pedra do Baú.

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Programe sua aventura:

#1 Consulte a previsão do tempo. Com chuva e raio o passeio torna-se extremamente perigoso.
#2 Informe-se quanto à duração média e o grau de dificuldade das trilhas. É recomendável a contratação de guias experientes da região.
#3 O sol na montanha é mascarado pelo frescor da altitude, por isso, utilize sempre o protetor solar.
#4 Deixe sempre alguém que não estará presente no passeio informado sobre sua programação, desta forma, saberão encontrá-lo se houver algum imprevisto.
#5 Controle a duração da aventura para voltar antes do sol baixar promovendo total escuridão nas trilhas de mata fechada. Por precaução tenha sempre uma lanterna com pilhas novas na mochila.
#6 Leve água(muito importante), lanches, sacos de lixo e agasalho para encarar os ventos gelados que sopram no topo da pedra.
#7 Respeite a flora e a fauna, seja cortês e traga seu lixo de volta.

Como chegar

O acesso ao Circuito Turístico da Pedra do Baú via Campos do Jordão se dá pelo bairro Jaguaribe que dá acesso à estrada da Campista (ou Caminho da Pedra do Baú). A estrada desde o início impressiona pelas belas paisagens e na altura do km 8 o motorista visualiza a estrada de acesso ao estacionamento do Baúzinho. A entrada é bem sinalizada e do centro de Campos até o Baúzinho são 12 km de asfalto e 10 km de terra em boas condições.

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fontes: Vale Aventura | Campos do Jordão Cultura | Extremos
Mais informações: www.pedradobau.com.br
 Para Mapas e trilhas, clique aqui.

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Passeios, Rolê Econômico, Rolê Kids, Roteiro Família

Conheça a Floresta Encantada

Toda criança sonha com um cantinho só seu, um sonho que pode ser uma casa na árvore, uma casinha de bonecas ou um castelo de brinquedo. Seja para emular a vida dos adultos ou de seus personagens infantis preferidos, ou então para inventar e reinventar mundos mágicos particulares, o que as crianças aspiram com esses “cantinhos” é se divertir. Em Campos do Jordão os pais podem levar seus filhos para curtir um passeio que vai ao encontro desse anseio dos pequenos. Conheça o Parque da Floresta Encantada.

Bem-vindo ao reino da Floresta Encantada

Bem-vindo ao reino da Floresta Encantada

Programa para famílias com filhos pequenos o Parque da Floresta Encantada é um bosque de 12.000 metros quadrados de área verde muito bem conservada, localizado entre a Ducha de Prata e a estrada que leva ao Pico do Itapeva. No parque existem várias casinhas de personagens infantis que fazem os olhos das crianças brilharem. Tem a Casa dos Gnomos que remete à história da Branca de Neves e os Sete Anões; a Casa da Bruxa; a Casa das Bonecas; a Casa do Papai do Noel; a Casinha dos Coelhos, uma Casa Fantasma e A Casa dos Anjos.  Todas as casinhas são mobiliadas e podem ser exploradas por dentro. Desbravar as casinhas faz a alegria dos pequenos e pode render surpresas* como encontros com a Branca de Neve e o Papai Noel, bem como sustos aplicados pela bruxa ou pelo fantasma, cada um em sua respectiva casa.

Casa de Bonecas

Casa de Bonecas

Visitar o Parque da Floresta Encantada é um passeio que agrada a criançada e o bolso dos papais e mamães. O ingresso custa apenas R$5,00 por pessoa** e o parque conta com estacionamento próprio e uma lanchonete. Canções infantis ressoam pelos alto-falantes do parque enquanto as crianças se divertem explorando as casinhas. Já os adultos que não quiserem acompanhar os pequenos tem a sua disposição a beleza do bosque. Enquanto os filhos são transportados para um ambiente de conto de fadas e aventura, os adultos podem se distrair com a natureza do lugar e o vaivém de alguns animais que são criados soltos pelo parque como patos, gatos, cachorros, galinhas e galos.

* Atores fantasiados apenas nos finais de semana e feriados.
** Consulte valores atualizados pelo telefone (12) 3663-2596
Casa dos Gnomos

Casa dos Gnomos

Casa dos Coelhos

Casa dos Coelhos

Casa da Bruxa

Casa da Bruxa

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Casa da Bruxa Foto por May Machado

Casa Fantasma Foto por May Machado

Casa FantasmaFoto por May Machado

Casa Fantasma

Casa Fantasma

Casa das Bonecas

Casa das Bonecas

A criançada pira!

A criançada pira!

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SERVIÇO

De segunda a sexta R$ 5,00
Fins de semana e feriados  R$ 10,00
Mês de Julho R$ 10,00
Crianças de até 3 anos acompanhadas dos pais não pagam
Horário de Funcionamento : 9:30 às 17:00
Mais informações: (12) 3663-2596
Rua Arandi, 270 (Caminho do Pico do Itapeva)

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O segredo das Frutas Vermelhas de Campos do Jordão

Em On the Road, clássico da literatura beat, o personagem principal Sal Paradise atravessa o Estados Unidos de leste a oeste. No caminho prova as mais diversas tortas de maçã com sorvete de creme. Paradise faz do doce sua opção número 1 no café da manhã, no almoço e no jantar. O motivo: A receita está presente na maioria dos restaurantes de beira de estrada dos EUA e claro, Paradise acha uma delícia.

“Comi outra torta de maçã com sorvete, foi praticamente só o que comi durante toda a viagem através do país, eu sabia que era nutritivo e claro, delicioso. [...] Comia torta de maçã com sorvete - estava ficando cada vez melhor à medida que eu avançava o país adentro, a torta maior, o sorvete mais cremoso.”

Sal Paradise é o alter-ego do autor Jack Kerouac, que sim, adorava tortas de maçã na vida real.“Comi outra torta de maçã com sorvete, foi praticamente só o que comi durante toda a viagem através do país, eu sabia que era nutritivo e claro, delicioso. [...] Comia torta de maçã com sorvete – estava ficando cada vez melhor à medida que eu avançava o país adentro, a torta maior, o sorvete mais cremoso.” – Jack Kerouac | On the Road

“Com calda de frutas vermelhas”

Uma arte - O cultivo das framboesas em Campos do Jordão

Uma arte – O cultivo das framboesas em Campos do Jordão

Em Campos do Jordão o turista pode vivenciar algo parecido com a experiência do personagem do livro, se entregando ao prazer das frutas vermelhas no lugar da torta de maçã. São muitos os restaurantes com pratos, doces e salgados, que combinam entre os ingredientes frutas como framboesa, amora, mirtilo, blueberry, morango e ameixa. Anote isso, você vai ler muito essas duas palavrinhas combinadas nos cardápios da cidade: “Frutas Vermelhas”. E se provar, vai adorar! E também não será loucura alguma repetir o mesmo pedido em diferentes estabelecimentos só para comparar qual suco, torta, geleia, calda ou prato com frutas vermelhas é o mais gostoso de Campos do Jordão.

Agridoce - Faisão assado ao molho de frutas vermelhas e arroz com castanhas portuguesas. restaurante La Gália.

Agridoce – Faisão assado ao molho de frutas vermelhas e arroz com castanhas portuguesas. Foto: Cozinha da Montanha

Os restaurantes de Campos do Jordão tem uma filosofia, “Aproveite na montanha o que é da montanha”, daí o porquê das frutas vermelhas, o pinhão e as trutas estarem sempre presentes nos menus.

Favorita

Aliado - O clima frio auxilia o desenvolvimento das frutas vermelhas.

Torta - Fazenda Baronesa Von Leithner

Dentre as frutas vermelhas a framboesa é a menina dos olhos dos produtores. A fruta chegou ao Brasil no inicio dos anos 50, sendo introduzida primeiramente na região de Campos do Jordão.

60 anos depois da sua introdução, a fruta hoje é protagonista da gastronomia local e conta com um festival em sua homenagem que acontece todo ano no mês de dezembro.

Cartaz da Festa da Framboesa de 2013

Cartaz da Festa da Framboesa de 2013

O bom desenvolvimento da framboesa se deve, sobretudo, ao clima frio.

O suco que essas frutinhas congeladas dão é um espetáculo!

O suco dessas frutinhas congeladas é um espetáculo! Peça nos restaurantes.

Frutas vermelhas, principalmente as mais delicadas como as framboesas, amoras e mirtilos, encontram em regiões montanhosas condições ideais para se desenvolverem. E o clima de Campos do Jordão é excelente para o desenvolvimento das pequenas frutas o que fez com que muitos pequenos agricultores e mais recentemente viveiros especializados voltassem suas atividades para o cultivo das frutas vermelhas.

Expertise de Fazenda

Torta de Mirtilo - Viveiro Frutopia.

Torta de Mirtilo – Viveiro Frutopia.

99% da produção de frutas vermelhas da região é vendida congelada, para posterior fabricação de geleias, sucos e diferentes receitas. Apenas 1% é comercializado in natura. Deste 1% os principais compradores são os restaurantes de Campos do Jordão e região. Daí o segredo da maioria dos pratos da cidade que levam frutas vermelhas, as frutas são frescas, o que deixa os pratos ainda mais saborosos. Dificilmente o turista provará algo parecido na sua cidade de origem.

Pés de Framboesa da Fazenda Baronesa Von Leithner.

Pés de Framboesa da Fazenda Baronesa Von Leithner.

Além disso, o know-how desenvolvido na produção das frutinhas na região é notável. Produtores da região como o Viveiro Frutopia, a Fazenda Baronesa Von Leithner e a colônia japonesa da Fazenda Renópolis há anos vem aprimorando o cultivo. A qualidade das frutas produzidas na cidade é única.

Viveiro Frutopia

Viveiro Frutopia

No Viveiro Frutopia são cultivadas 20 variedades de framboesas, sendo o maior acervo genético da fruta no país, e único produtor da framboesa dourada. A Fazenda Baronesa, por sua vez, foi a primeira produtora dos frutos no país e hoje  mantém um complexo de alta gastronomia focado nas frutas.

Expertise - As mudas da variedade dourada são comercializadas por 25 reais a unidade. Já as da framboesa-vermelha saem por 2 reais a unidade. O quilo da vermelha é comercializado pelo produtor a 10,50 reais e chega ao consumidor final oscilando entre 80 e 150 reais, dependendo da época do ano. Já o quilo da amarela é vendido a 12,50 reais e chega aos supermercados por 200 reais.

Bom Negócio - As mudas da variedade dourada são comercializadas por 25 reais a unidade. Já as da framboesa-vermelha saem por 2 reais a unidade. O quilo da vermelha é comercializado pelo produtor a 10,50 reais e chega ao consumidor final oscilando entre 80 e 150 reais, dependendo da época do ano. Já o quilo da amarela é vendido a 12,50 reais e chega aos supermercados por 200 reais.

Já a colônia japonesa de Campos do Jordão e região cultiva as frutas em pequena escala provendo, sobretudo, o mercado local. Mas mesmo assim desempenha um papel importantíssimo uma vez que os pés dos frutos apesar de serem plantas rústicas, exigem cuidados diários, pois as frutas são delicadas. Assim, no tocante a produção para comercialização in natura, o pequeno produtor é fundamental. É o cuidado do pequeno agricultor que garante a qualidade das frutas consumidas em Campos do Jordão e região.

Explosão de saúde - Frutas vermelhas são utilizadas desde a antiguidade com fins medicinais. São uma ótima fonte para retardar o envelhecimento celular e ricas em vitamina C, vitamina E e cálcio.

Explosão de saúde – Frutas vermelhas são utilizadas desde a antiguidade com fins medicinais. São uma ótima fonte para retardar o envelhecimento celular e ricas em vitamina C, vitamina E e cálcio. Frutas do Viveiro Frutopia.

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Vale a pena conhecer e parar para comer

Viveiro Frutopia – Clique aqui para ler uma resenha.

Baronesa Von Leithner – Clique aqui para acessar o site.

Bônus: Confira como é feito o processo de congelamento das frutas e também algumas receitas com o vídeo-repórter Rodrigo Leitão.

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Ponto Turístico, Roteiro Família

Complexo Turístico da Ducha de Prata

Ducha de Prata

Em meio aos bosques da Vila Inglesa, em Campos do Jordão, encontra-se a Ducha de Prata, um dos pontos turísticos mais visitados da cidade.

O complexo turístico da Ducha de Prata fica a um quilômetro do centrinho turístico da Vila Capivari.

O complexo turístico da Ducha de Prata fica a um quilômetro do centrinho turístico da Vila Capivari.

O complexo turístico do local foi estruturado a partir dos anos 80 para atender os turistas que visitam Campos do Jordão. Desde então as quedas d’água do Ribeirão das Perdizes ganharam ao seu redor passarelas e mais tubos e canaletas d’água. De quebra ganharam também um novo nome, Ducha de Prata.

A Ducha de Prata é um conjunto de quedas d’água do Ribeirão das Perdizes.

Antes do boom turístico dos anos 80, as quedas d’água serviam de balneário para a elite paulistana que vinha passar os verões em Campos do Jordão. Hóspedes da afamada Pensão Inglesa, que hospedava a nata brasileira, e membros de famílias tradicionais que tinham casa na cidade, como os Simonsen, costumavam passar as tardes no local. E um resquício da época ainda sobrevive, um tablado com uma queda d’água artificial faz a vez de chuveiro há 50 anos. Um banho gelado, mas super saudável.

Gelaaada! - Mas no verão dá para arriscar.

Gelaaada! – A água é congelante, mas no verão dá para arriscar.

Hoje, no entanto, a beleza do local atende a todas as pessoas. As passarelas armadas por toda a área verde e sobre as quedas d’água permitem que os visitantes se movimentem por todos os lados, o que garante ótimos ângulos e luzes para fotografias em diferentes horários do dia.

Na ducha de prata o turista encontra  barraquinhas com produtos artesanais e souvenirs, para lembrar-se de sua visita à Campos do Jordão.

Na Ducha de Prata o turista encontra barraquinhas com produtos artesanais e souvenirs para lembrar-se de sua visita à Campos do Jordão. O local é uma importante vila de artesanato da cidade.

Além das quedas d’águas, a Ducha de Prata apresenta outras atrações. O complexo conta com várias lojinhas que vendem produtos artesanais como chocolates, queijos, geleias, licor e doces, bem como malhas, souvenirs e artesanato local. Outras atrações do lugar são o arborismo, realizado próximo das copas das araucárias, e os bonecos de personagens infantis cujos rostos vazados permitem fotos divertidas para serem levadas de lembrança do passeio.

Arborismo no bosque da Ducha de Prata. Foto por Raíssa Forte.

Arborismo no bosque da Ducha de Prata.

Uma cooperativa de lojistas e artesãos é responsável por zelar pela sustentabilidade e natureza da Ducha de Prata. Volta e meia a cooperativa também recebe ajuda do grupo de escoteiros Oyaguara de Campos do Jordão com ações de limpeza e conscientização sobre a natureza do local.

Entardecer na Ducha de Prata. Foto por Paulo de Souza.

Entardecer na Ducha de Prata. Foto por Paulo de Souza.

A visita ao complexo turístico Ducha de Prata além de render boas fotos e um banho gelado para os mais corajosos, também contribui para a preservação da natureza do local e sustento de famílias da cidade que sobrevivem graças a atividade turística do lugar. Na Ducha de Prata o turista se diverte e ainda colabora com uma boa causa.

Um por todos. Todos por um - Recentemente a cooperativa pintou todo o complexo de verde e amarelo. Ficou muito bonito. Venha conferir!

Um por todos. Todos por um – Recentemente a cooperativa pintou todo o complexo de verde e amarelo. Ficou muito bonito. Vale a pena conferir!

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Endereço: Av.Roberto Simonsen, s/n – Vila Capivari

Entrada Franca

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Cultura, Religiosidade, Rolê Econômico, Roteiro Família

Capela São Vicente de Paulo

Cercado por uma mata de araucárias a Casa da Criança, antigo Sanatório São Vicente de Paulo, em Campos do Jordão, é um local rico em história e significado para a cidade. Mesmo assim o lugar é negligenciado pela maioria dos guias turísticos. O que é uma pena, devido a beleza, cultura, tranquilidade e história que o visitante se depara ao visitá-la.

Grupo em dia de evento religioso.

Casa da Criança – Capela São Vicente de Paulo, Memorial Padre Vita e caminhadas ao ar livre são atrações do local. Na foto: Grupo em dia de evento religioso.

Mantida pelo Instituto das Filhas de Nossa Senhora das Graças, a Casa da Criança hoje funciona como um centro educacional para crianças carentes. Entre as atrações do prédio destacam-se a capela e o memorial Padre Vita.

O prédio da Casa da Criança é cercado por araucárias.

O prédio da Casa da Criança é cercado por araucárias.

Localizada no último andar do prédio que abrigava o sanatório, a Capela de São Vicente de Paulo impressiona pela arte sacra. O altar é adornado com um conjunto magistral de pinturas religiosas. Também chama a atenção os vitrais da capela. Elaborados nos anos 40 por artistas espanhóis as imagens compõem uma exuberante atmosfera.

Arte sacra - Os vitrais da capela são de autoria de artistas espanhóis.

Arte sacra – Os vitrais da capela São Vicente de Paulo são de autoria de artistas espanhóis.

Num prédio anexo ao antigo sanatório funciona o auditório e o Memorial Padre Vita. Um amplo espaço de pé direito alto erguido em homenagem à história do fundador do sanatório e do instituto. Móveis, objetos pessoais, fotos, cartas e painéis biográficos ajudam a recontar os passos heroicos do monsenhor José Vita.  Um missionário pioneiro no socorro e auxílio aos doentes tuberculosos, sobretudo pobres e crianças, que vinham à Campos do Jordão na primeira metade do século XX em busca de tratamento para a doença.

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Endereço: Rua Monsenhor José Vita, 321 – Vila Abernéssia
Visitas: Todos os dias, das 10h às 12h  e das 14h às 17h.
Entrada Gratuita.
Mais Informações: www.ifnsg.org

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gavião capa
Natureza, Passeios, Rolê Kids, Roteiro Família, Roteiros de Aventura

Roteiro Gavião Gonzaga

Diversão e boa comida para toda família nos parques: Amantikir, Fazenda Lenz e Tarundu

Diversão e boa comida para toda família nos parques: Amantikir, Fazenda Lenz e Tarundu

Em Campos do Jordão a região do Gavião Gonzaga, próxima do Alto do Lajeado, é riquíssima em belezas naturais e atrações turísticas que contemplam todas as idades. As opções são tantas que fazem do Gavião Gonzaga um dos circuitos turísticos mais agradáveis para curtir em família na cidade. Basicamente quatro destinos formam o circuito, sendo eles, o Centro de Lazer Tarundu, a Vila Ferroviária da EFCJ, a Fazenda Lenz e o Parque Amantikir. Sobre este último, não falaremos hoje,porque já escrevemos sobre ele em outro post (confira aqui). Agora, sobre os outros três preparamos um roteiro para você passar um dia inteiro se divertindo em uma das regiões mais bonitas de Campos do Jordão.

Ah o sol!

Araucárias por Rainer Brockerhoff.

Araucárias por Rainer Brockerhoff.

Você acordou em Campos do Jordão, respirou fundo, a primeira lufada de ar já te fez lembrar, “é, eu estou em Campos do Jordão”. O ar faz você se sentir bem, então você abre a janela e dá de cara com um céu azul, um calorzinho gostoso, nada daquele “solzão” insuportável, e o verde das araucárias com o céu azul no horizonte te fazem pensar “isso é que é vida”. Em dias como esse a boa de Campos é sempre a mesma, sair de casa, pois as ruas e os campos te chamam para viver. E a região do circuito turístico do Gavião Gonzaga é desses lugares que clamam por vida. Em dias ensolarados a região conta com uma energia e uma luz que só vendo de perto para acreditar. Não que a beleza e as atrações do lugar não possam ser aproveitadas em dias fechados ou de chuva, dias mais frios também são ótimos, mas a experiência se transforma, a atmosfera se torna mais bucólica e as paisagens ganham um “jeitão” europeu, não deixa de ser lindo, mas fica tudo mais sóbrio, bom pra curtir a dois. Mas voltemos ao sol, está fazendo um lindo dia ensolarado, nossa dica para esses dias é simples, partiu Gavião Gonzaga.

Bora todo mundo!

Primeiramente chame todo mundo, convide a família toda. Tome um café reforçado, sério o dia vai ser longo e todos precisarão de muita energia, da criança ao mais velho. De barriga cheia, todos para o carro. Primeira parada: Tarundu.

A estrada que leva ao Circuito Gavião Gonzaga é acessada pela vila Abernéssia, centro comercial de Campos do Jordão, mas é fácil de encontrar, basta, uma vez em Abernéssia, que o motorista siga as placas indicativas para o circuito Gavião Gonzaga, Tarundu ou Hotel Toriba, são muitas na região, não tem como não ver alguma.

Centro de Lazer Tarundu

Para todas as idades - O Tarundu conta com mais de 30 atrações.

Para todas as idades – O Tarundu conta com mais de 30 atrações.

O acesso ao Tarundu tem cerca de 1 km de subida em asfalto e a estrada é quase toda margeada por florestas de araucárias e hortênsias. O centro de lazer é vizinho do tradicional Hotel Toriba, o que o torna ainda mais fácil de encontrar.

Chegando lá você se depara com um complexo de lazer com atrações para toda família. Em 500.000 m² de área, o Tarundu apresenta mais de 30 atividades. Arvorismo, patinação no gelo, arco e flecha, golfe, paintball, tirolesa, escalada, camas elásticas, orbit balls e bolas infláveis que despencam morro abaixo, são algumas das atrações.

A Vila Hípica, que faz parte do Tarundú, oferece aluguel de cavalos da raça Árabe, Brasileiro de Hipismo, Mangalarga, Anglo-Árabe, entre outras. Para quem quer aprender mais sobre equitação, instrutores experientes  estão a disposição para ministrar aulas à alunos principiantes e avançados.

O preço de cada atração varia de R$ 10,00 a R$ 90,00. Mas também existem passaportes, como os de grandes parques de diversão, que dão acesso a vários brinquedos e cujos créditos podem ser acumulados para uma próxima visita.

O parque abre cedo, às 9h, e adultos e crianças podem se divertir sem se preocupar com almoço. O Tarundu conta com um restaurante que atende do paladar infantil das crianças até os paladares mais sofisticados. De filé com fritas a cortes especiais de carnes, pizzas gourmets, trutas, massas especiais, e demais cozinhas tradicionais, são muitas as opções do cardápio do parque.

Acabado o almoço, é hora de dar prosseguimento ao Circuito Gavião Gonzaga. Próxima parada: Vila Ferroviária da Estação Gavião Gonzaga.

Vila Ferroviária EFCJ*

A vila ferroviária fica à margem da parada Gavião Gonzaga, entre o parque Tarundu e a Fazenda Lenz,  e é uma das mais antigas do país, construída em 1930.

Veja o que o pessoal do Estações Brasileiras, site dedicado a memória ferroviária do Brasil disse sobre o lugar: “Pontes antigas sobre pequenos riachos, estufas de flores, lagos com carpas e trutas, pinheiros enormes, araucárias, tudo isso no meio de montanhas enormes, assim é o entorno de Gavião Gonzaga. A estaçãozinha em si (parada), não diz muita coisa, pois é somente uma plataforma de pedras antigas, mas as casas da vila ferroviária em frente, dão um toque todo especial ao lugar. Caminhar por lá foi irresistível, cada detalhe prendia a atenção, desde a paisagem, passando pela antiga linha e suas curvas sinuosas até os olhares desconfiados dos moradores locais, tudo era novo e revigorante. Gavião Gonzaga é um pequeno circuito turístico e a parada ferroviária faz parte dele, as fotos e o mini-filme podem dizer o que talvez eu não esteja conseguindo por aqui, aproveitem.”

A vila Ferroviária não costuma prender os visitantes por longos períodos de tempo, prende o bastante para registrar algumas fotos da beleza ímpar do lugar e fazer uma breve viagem ao tempo. Mas feito isso é hora de seguir viagem para a última parada do circuito, A Fazenda Lenz. E no caminho até lá, uma surpresa. A estrada cruza com o ponto culminante ferroviário do Brasil, a 1743 metros de altura.

Fazenda Lenz

Foto por Carolina Romanini / Veja SP

Foto por Carolina Romanini / Veja SP

A Fazenda Lenz é um destino turístico tradicional de Campos do Jordão. Há mais de 30 anos o local recebe visitantes que vem atraídos, sobretudo, pelo seu mirante com vista para um belíssimo vale da Serra da Mantiqueira, e pelo não menos famoso, bolo da fazenda, o Lenz Cake.

A fazenda fica cerca de 1 km do Tarundu e é um ótimo passeio para celebrar o fim de tarde. A dica aqui é ver o sol se por no Mirante Lenz, cujo caminho passa pela Cachoeira Gavião Gonzaga, uma belíssima queda d’água, antes do topo que tem uma das vistas mais bonitas de toda Serra da Mantiqueira.

Diferentes animais convivem soltos e fazem a alegria da criançada.

Diferentes animais convivem soltos e fazem a alegria da criançada.

Mas antes do por do sol crianças e adultos devem visitar o LenZoo, um  mini-zoológico a céu aberto com direito a coelhos, galinhas, gansos, pavões, vacas anãs, cabras, mini poneis e ovelhas, muitos vagando livremente pelo lugar. As crianças costumam ficar encantadas e o mesmo ambiente também abriga uma mini-tirolesa e um playground o que faz a festa dos pequenos.

Enquanto as crianças brincam o espaço Lenz Gourmet, famoso por suas sobremesas, é excelente para o café da tarde (R$ 37,00 o buffet servido aos sábados e domingos). São tantos quitutes deliciosos que o visitante até se perde nas escolhas, mas não deixe de provar e levar para casa o Lenz Cake, o bolo inglês que fez a fama da fazenda.

O irresistível Lens Cake.

O irresistível Lenz Cake.

Após o café, certifique-se que ainda esteja claro, e parta com toda a família para a trilha do mirante. Você vai se sentir ainda mais vivo e vai voltar de lá impressionado.

Agora, quando voltar para casa não se esqueça de contar aos amigos o quão especial é a montanha e os caminhos do circuito turístico Gavião Gonzaga em Campos do Jordão.

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* Você pode substituir o passeio à vila ferroviária pelo Parque Amantikir abaixo.

Serviço

Amantikir

Rodovia Eugênio Lefèvre, 215, Gavião Gonzaga, tel.: (12) 3662-5044. 8h/17h (todos os dias). R$ 25,00 – crianças até quatro anos não pagam. Pagamento somente em dinheiro ou cheque.

Mais informações: www.amantikir.com.br

Lenz

Estrada Municipal Paulo Costa L. Cesar, 2150, Galvão Gonzaga, tel.: (12) 3662-1421. R$ 7,00 (adultos) e R$ 4,00 (crianças e idosos). 9h/17h (seg. à sex.) e 10h/18h (sáb. e dom.).

Mais informações: www.lenz.com.br

Tarundu

Avenida José Antonio Manso, 1515, São Cristóvão, tel.: 3668-9595. 9h/18h (todos os dias).

Mais informações: www.tarundu.com.br

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cavalos Campos do Jordão
Passeios, Roteiro Família

Passeio a cavalo em Campos do Jordão

Cavalos & Campos do Jordão

Na esteira da trilha aberta pelo sertanista Gaspar Vaz da Cunha, o primeiro homem branco a pisar em Campos do Jordão, por volta de 1703, outros sertanistas e aventureiros passaram a encampar subidas para a Serra da Mantiqueira. As incursões melhoraram as trilhas o que possibilitou que trechos fossem feitos a cavalo. De lá pra cá tem muita história, mas certo é que  cada vez mais desbravadores subiram a serra e desses, muitos se instalaram em Campos do Jordão, trazendo consigo seus cavalos e o progresso para a região.

Criação do Haras Polana

Criação do Haras Polana

Cavalos combinam com Campos do Jordão, o trote dos animais faz parte da trilha sonora da cidade, tanto que cruzar com grupos de cavaleiros ou turistas a cavalo pelas vias de terra da cidade é muito comum. O passeio é um dos mais tradicionais, independente da estação, e muitas pessoas também mantêm seus próprios animais em haras da cidade.

Gosta de cavalos? Selecionamos cinco destinos turísticos para diferentes perfis e bolsos de entusiastas equestres.

“Turistando”

Abaixo você confere três lugares em Campos do Jordão que prestam serviços de passeios a cavalo monitorados por guias experientes.

Rancho SB

O Rancho SB possui passeios muito bacanas. A maioria em trilhas que levam à pontos turísticos de Campos do Jordão, como os arredores do sítio Pesca na Montanha e da Água Santa, Gruta dos Crioulos, O lago do Hotel Orotour na Vila Natal e o Pico do Imbiri, maior pico de altitude da cidade.

Além das paisagens fascinantes, o que deixa a cavalgada ainda mais atraente é que os cavalos conhecem bem os roteiros. Isso mantém o trote seguro e os animais cumprem o roteiro quase espontaneamente. Bastante atenciosos, os guias aproveitam para dar dicas de uma boa montaria e abordam peculiaridades de cada trilha. O Rancho tem ainda cavalos que possuem o porte ideal para as crianças.

Rua Dois, Sem Número
Vila Floresta – Campos do Jordão
Para valores dos passeios, acesse: www.ranchosb.com.br

Tarundu

O Tarundu é o maior centro de lazer de Campos do Jordão. Com mais de trinta atrações a disposição dos visitantes, o local também conta com uma equipe experiente em montaria e trilhas a cavalo. Os passeios podem durar de 30 minutos a dois dias, todos eles dentro das matas da Serra da Mantiqueira em contato direto com a natureza.

Avenida José Antonio Manso, 1515,
São Cristóvão, Campos do Jordão
Para valores dos passeios, acesse: www.tarundu.com.br

Aventura no Rancho

Os passeios a cavalo oferecidos pelo parque são realizados em estradas de terra, trilhas pela mata e montanhas nas imediações do Horto Florestal de Campos do Jordão, onde o Aventura no Rancho está localizado. O parque conta com trajetos para cavaleiros iniciantes, intermediários e experientes.

Avenida Pedro Paulo (Estrada do Horto Florestal), 7997,
Descansópolis, Campos do Jordão
Para valores dos passeios, acesse: www.aventuranorancho.com.br

Cavalo é coisa séria!

Agora confira dois roteiros para criadores e montadores experientes.

Hípica Golf

Localizada no alto da Serra da Mantiqueira com uma vista deslumbrante para um vale de araucárias, a Hípica Golf oferece atendimento personalizado que reúne o hipismo clássico e o de lazer, com serviços hípicos como assessoria técnica para clientes na aquisição de animais, serviços de ferragem, treinamento direcionado dos cavalos, doma racional, transporte dos animais, assistência veterinária, orientação para cobertura de seguro e higiene e manutenção de todo material de selaria.

Av. do Golf, s/n, Campos do Jordão

Para valores, acesse: www.hipicagolf.com.br

Haras Polana

O Haras Polana mantém um plantel aproximado de 70 cavalos entre cria, recria, esporte e pensão. Os animais são de propriedade tanto de clientes como do próprio haras. Atuando em três áreas diferentes – produção, criação e treinamento – o Haras Polana atende a demanda de clientes profissionais e amadores na venda direta de cavalos selados em diferentes estágios de treinamento.

Todos os anos no mês de agosto, o haras promove em cooperação com a AmeCampos um importante Concurso Hípico Nacional junto com um leilão de cavalos de hipismo – todos de 3 a 4 anos e prontos para a doma.

Rodovia SP 50, Km 168
Paiol Velho, Campos do Jordão
Para valores, acesse: www.polana.com.br

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