Parque Amantikir - Campos do Jordão
Natureza, Passeios, Verão

Novidades no Amantikir ;)

Amantikir – Jardins que falam!

Um dos principais programas turísticos de Campos do Jordão, o Parque Amantikir, está com novidades para o verão. Foram inaugurados 6 novos jardins e agora o parque conta com 28 jardins disponíveis para contemplação dos visitantes.

Localizado no alto do Gavião Gonzaga, uma das regiões mais bonitas da cidade, o Parque Amantikir é considerado pelos turistas o melhor passeio turístico de Campos do Jordão, segundo o site TripAdvisor.

Parque Amantikir - Campos do Jordão

Amantikir – Veja mais fotos no instagram @amantikir

Vale muito a pena explorar cada um dos jardins e conhecer todos os ambientes do Amantikir. Você certamente levará belas lembranças do local e lindas fotografias na memória do celular

Confira abaixo um mapa com a localização de todos os jardins, entre outras atrações, ambientes e serviços do parque. 

Parque Amantikir - Campos do Jordão

Amantikir – Clique na imagem para ampliar.

Serviço

Horário de funcionamento

O Parque Amantikir está aberto todos os dias do ano, inclusive feriados, natal e ano novo, das 8h30 às 17h00. Visitantes que entram até as 17h00 podem permanecer no parque até o pôr-do-sol.

Em média, os visitantes percorrem todo o espaço em até 2 horas, todavia, há pessoas que chegam pela manhã e saem ao final da tarde. Você pode curtir sem pressa. E fica a dica, assim é mais prazeroso.

Ingresso

Segunda a Quinta-feira (exceto Feriados e Férias Escolares): R$30,00

Sexta, Sábado, Domingo, Feriados e Férias Escolares:R$40,00

Crianças (+5 anos) e adolescentes (até 16 anos),  Estudantes, Terceira idade (+60 anos) e professores da rede pública: R$20,00

Crianças até 4 anos não pagam.

Endereço

Rodovia Campos do Jordão Eugênio Lefevre, 215
Alto do Gavião Gonzaga
Campos do Jordão – SP

Mais informações: www.parqueamantikir.com.br 

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ESQUILO
Natureza

Esquilos e Campos do Jordão

Esquilos são os gatos de Campos do Jordão. Não entendeu nada ne? Calma, eu explico. Sabe essa adoração por gatos que existe na internet? Com virais e memes em vídeo e gifs de gatos fazendo todo tipo de estripulias? Então, as pessoas são loucas por gatos. Para se ter uma ideia, gatos são um dos temas mais buscados e seus vídeos estão entre os mais vistos da internet. Por que? Porque gatos são fofos. Mas esquilos são mais. Pelo menos para quem mora ou visita Campos.

Em Campos todo mundo é loucos por esquilos.

Fofura que enlouquece - Em Campos todo mundo é louco por esquilos. Cuidado, você também vai ficar.

Em Campos do Jordão é comum ver pessoas encarando árvores por longos períodos, fascinadas com o vai e vem ágil dos bichinhos. Tipo quem passa horas em frente ao computador vendo vídeos com as “artes” dos bichanos. Mas sem entrar num debate sobre qual bicho é mais apaixonante, certo é que impossível não se encantar pelos esquilos de Campos do Jordão.

"Gatos? Sério mesmo que você está me comparando com gatos? Senta aqui, não tem nem comparação. Em termos de fofura, esquilo é hors concours".

“Gatos? Sério mesmo que você está me comparando com gatos? Senta aqui, vamos conversar. Não tem nem comparação. Em termos de fofura, esquilo é hors concours”.

Esquilos <3

Esquilos são animais presentes na maior parte do mundo e estão à salvo da extinção. Séculos de evolução lhes legaram uma habilidade para sobreviver em diferentes condições de clima. Mas desde que rodeados por florestas. É difícil observar um próximo de centros urbanos. Pelo menos no tocante a maioria das espécies de esquilos. E por serem ariscos, é raro vê-los dando mole perto de grandes grupos de humanos.

Nascido para ser meme - "Cute cats, Funny cats... aff quando é que vocês humanos vão se tocar e espalhar a minha boniteza na internet.."

Nascido para ser meme – “Cute cats, Funny cats… aff quando é que vocês humanos vão se tocar e espalhar a minha fofura na internet?”

Esquilos concierges

Os esquilos de Campos do Jordão são do tipo europeu, tem aquela cauda longa, bonitona. São diferentes dos esquilos da espécie tâmia, bastante comum nos Estados Unidos, que tem a cauda menorzinha e vivem em centros urbanos (foram estes que inspiraram o desenho Tico e Teco). Mas em Campos do Jordão a proximidade do seu habitat natural com a cidade tornou os esquilos europeus mais simpáticos. Isso porque toda a cidade é margeada pela mata atlântica da Serra da Mantiqueira. Os esquilos de Campos do Jordão são mais desinibidos e estão sempre atentos a movimentação das pessoas.

Muitas pousadas, hotéis, parques e casas de Campos do Jordão brindam seus hóspedes com a observação de esquilos. Os animaizinhos andam livremente pelos bosques e dão as boas vindas aos turistas.

Esquilo por

Esquilo por Jacques Lepine

Serelepes

A desenvoltura dos esquilos se dá, sobretudo, aos pés das araucárias. Fãs de florestas de coníferas, os esquilos encontram nas matas de pinhais de Campos um verdadeiro oásis de comida. E o banquete de pinhas e pinhões influencia até na sua cor, por isso muitos os conhecem como esquilos vermelhos.

Esquilo vermelho, Serelepe, tanto faz... o importante é ser fofo.

Esquilo vermelho, Serelepe, tanto faz… o importante é ser fofo.

E não fique confuso caso escute algum morador local se referir a eles como “serelepes”, pois é sobre os esquilos que ele está falando. Campos do Jordão tem uma grande população oriunda das áreas rurais da cidade, e nestas áreas os esquilos são chamados de Serelepes.

Não alimente os esquilos

Esquilos são comilões. Como seus dentes não param de crescer estão sempre em busca de algo para mastigar.

Esquilos são comilões. Como seus dentes não param de crescer estão sempre em busca de algo para mastigar.

Assim como o esquilo Teco, do desenho Tico & Teco, esquilos são “fominhas”. Possivelmente eles comerão de tudo que lhes for oferecido. Muitas pousadas até deixam comida para os esquilos, mas sempre frutas, vegetais e sementes. Tudo que fuja disso não é bom. Mas essa prática de alimentá-los não é incentivada aos turistas.

Fruta pode!

Fruta pode! Mas melhor não dar nada, ok?

Alimentos industrializados podem lhes fazer mal, e o hábito de alimentá-los pode deixá-los mal acostumados, bem como desequilibrar o meio ambiente em que vivem. É importante que eles mantenham sua autonomia de buscar alimentos nas matas, e fazendo isso eles também agem como mantenedores da natureza, pois muitas vezes enterram sementes e as esquecem, e então um novo pinheiro surge. O que legará alimento (o pinhão) para as futuras gerações de esquilos e moradores de Campos.

Se liga na habilidade pra comer um pinhão com casca e tudo.

Se liga na habilidade pra comer um pinhão com casca e tudo.

Fora isso, dar de comer a um esquilo também pode culminar em um arranhão ou mordida. Esquilos são fofos, mas assim como os gatos, às vezes são meio ríspidos. E são selvagens, por isso nada de pensar em levar um para casa. Se for para levar algo dos esquilos para casa que sejam fotos e boas lembranças. Combinado? ;D

O amor está noa ar - Primavera e verão são as estações nas quais os esquilos namoram. E você sabe como Campos do Jordão combina com namoro ne?! <3 Faça como os esquilos escolha Campos como destino romântico também nos meses mais quentes. É uma delícia. Palavra de esquilo.

O amor está no ar – Primavera e verão são as estações nas quais os esquilos namoram. E você sabe como Campos do Jordão combina com namoro ne?! Faça como os esquilos, escolha Campos do Jordão como destino romântico mesmo nos meses mais quentes. É uma delícia. Palavra de Serelepe.

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Amantikir
Fotografia, Natureza, Passeios

Colheita Fotográfica

O Parque Amantikir acaba de completar 8 anos, e para comemorar a data foi lançado o projeto “Colheita Fotográfica”. A iniciativa colaborativa visa eternizar os jardins do parque pelos olhares dos frequentadores. Até o dia 18 de setembro o Amantikir irá selecionar fotografias enviadas por fãs do parque. O resultado será um livro especial com as melhores fotografias clicadas pelos visitantes.

Jardins que falam

Campos do Jordão tem vocação para o paisagismo, clima e solo são amistosos para diferentes espécies de plantas e flores. Walter Vasconcellos, o Dr. Garden, durante muitos anos criou belíssimos trabalhos para clientes de Campos do Jordão. Mas algo sempre lhe incomodou, o fato dos belos jardins ficarem reservados apenas a vida privada dos clientes. Walter tinha um sonho: criar um jardim aberto ao público, para que todos que visitam Campos do Jordão pudessem conferir o quão rica a cidade é para a arte do paisagismo. Um lugar que legitimasse a fama de Campos enquanto Jardim do Brasil.  Então em 2007, Walter deu vida ao Amantikir, um lugar mágico da cidade no qual cada jardim conta uma história e cada planta tem seu encanto. Ou como o próprio Walter gosta de falar, um lugar de “Jardins que falam”.

Sobre a colheita

No Parque Amantikir, a colheita de flores e plantas não é permitida. Nossos visitantes conseguem perpetuar a beleza expressa nos jardins através do registro fotográfico. Assim podem eternizar as formas e cores sem retirá-las do espaço, tornando-as tangíveis, e podendo ampliar a experiência através do compartilhamento nas redes sociais. E essa foi a forma escolhida para celebrar os 8 anos do Parque. Através de uma colheita fotográfica. Venha participar de nossa colheita e nos ajude a eternizar, através de seu ponto de vista, as diversas nuances que o parque apresenta. Será uma grande celebração.

Amantikir reúne 22 jardins inspirados em 12 países diferentes e foi considerado o melhor passeio turístico de Campos do Jordão pelo site TripAdvisor.

Amantikir reúne 22 jardins inspirados em 12 países diferentes e foi considerado o melhor passeio turístico de Campos do Jordão pelo site TripAdvisor.

Inscrições:

até 18 de setembro

www.jardinsquefalam.com.br

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Mais informações:

www.parqueamantikir.com.br

facebook.com/amantikirgarden

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Natureza

Outono em Campos do Jordão ou Perdeu, Camus!

Ahhhhh o Outono!!!

O escritor Albert Camus certa vez escreveu que o outono é como uma outra primavera, onde cada folha é uma flor. Nascido na Argélia e radicado na França, Camus se encantava com o espetáculo da estação que precede o inverno.

Perdeu, Camus!

E Camus visitou o Brasil no final dos anos 40. Diante de um país tropical talvez nem tenha passado pela sua cabeça que aqui poderia encontrar um outono colorido como o de sua terra natal. Uma pena o dramaturgo Oswald de Andrade, seu anfitrião na ocasião, não o ter levado para conhecer Campos do Jordão, o escritor certamente ficaria maravilhado com a beleza do outono jordanense.

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Outono: A estação mais bonita

Em Campos do Jordão, Camus encontraria toda a cartela de cores que admirava, uma cartela aqui de responsabilidade principalmente dos plátanos e dos liquidambares da cidade, que juntos respondem por uma luz muito bonita que faz a alegria dos entusiastas da fotografia.

Se liga na paleta de cores - A estrada de Ferro de Campos do Jordão é toda margeada por plátanos, um símbolo da cidade.

Se liga na paleta de cores – A Estrada de Ferro de Campos do Jordão é toda margeada por plátanos, um símbolo da cidade.

Em Campos a coloração das folhas no outono impressiona. Do verde vibrante da primavera e do verão as folhas se transformam em diferentes tons de amarelo, rosa, vermelho e marrom, até cederem ao frio do inverno. Mas enquanto não caem dão show, independente do dia. Sob dias claros são de uma beleza ímpar, radiantes, mas mesmo nos dias fechados e cinzas, garantem uma atmosfera especial, bastante bucólica e romântica.

Olha o Russo* – Campos do Jordão em um dia frio de outono. *Jordanenses mais antigos se referem aos dias fechados como russo.

Camus perdeu, mas você não vai ficar fora dessa, vai?

O outono em Campos do Jordão é inspirador. Lindas paisagens e um friozinho delícia. Hoje, dia 20 de maio, mínima de 9°C máxima de 16°C. E no dia 16 de maio, Campos foi de novo o lugar mais frio do Brasil, com 4,2°C registrado na madrugada. E sim, com direito a geada. 

Não deixe de visitar Campos do Jordão no outono. Seus olhos agradecem!

Vibrante - O Liquidâmbar começou a ser plantado em Campos do Jordão nos anos 60, no Horto Florestal.

Vibrante – O Liquidâmbar começou a ser plantado em Campos do Jordão nos anos 60, no Horto Florestal.

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O Grande Teatro – No Horto Florestal o espetáculo do outono é garantido.

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bônus: Confira uma matéria da revista Época sobre as imagens do outono jordanense. Clique aqui ou na imagem abaixo.

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Aventura, Natureza, Rolê Econômico, Roteiros de Aventura

Semana da Aventura e do Ecoturismo de Campos do Jordão

O turista que visitar Campos do Jordão neste final de semana e for fã de adrenalina e contato com a natureza irá se deparar com uma ótima surpresa. As principais operadoras de turismo ecológico e de aventura da cidade se reuniram para promover a 1ª Semana da Aventura e do Ecoturismo de Campos do Jordão.

10847817_1091796417513975_2897653558226314048_nAs empresas participantes da Semana da Aventura e do Ecoturismo de Campos do Jordão estão oferecendo descontos de até 60% em suas atividades. Os preços promocionais podem ser aproveitados até domingo, dia 29 de março.

Confira abaixo as empresas participantes e as atividades que estão com descontos especiais.

Semana da Aventura e do Ecoturismo de Campos do Jordão***

Mais informações nos links abaixo:

Altus | Aventura no Rancho | Batalha no Rancho 

Tênis Clube |  Flores que Voam | Passeios na Natureza 

Tarundu | Zoom Aventura

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As hortênsias de Campos do Jordão

Um dos trunfos do verão de Campos do Jordão são as hortênsias. Várias regiões da cidade apresentam corredores da flor e boa parte das margens da estrada de ferro de Campos do Jordão é ornamentada por elas. De diferentes cores, as hortênsias são um espetáculo para os olhos e encantam os turistas que visitam a cidade nas férias de fim de ano.

hortênsias

A hortênsia é originária da Ásia e no Japão é considera a flor símbolo do verão nipônico. Chamada de Ajisai pelos japoneses, a flor é celebrada em diversos festivais do país e tratada como um símbolo que expressa os sentimentos mais sinceros, seja de desculpas, de agradecimento, de alegria ou de tristeza. E como florescem somente durante o verão quente e chuvoso, a temporada para aprecia-las é bastante curta, durando em média apenas dois meses.

hortênsias

Campos do Jordão apresenta um verão bastante parecido com o de algumas regiões do Japão, mas a temporada das hortênsias na cidade, talvez por se tratar de uma região de floresta tropical de altitude, dura um pouco mais, cerca de três meses e meio, indo de meados de novembro a fevereiro. E assim como acontece no Japão, um festival celebra o florescer das hortênsias na cidade.

Hortênsias na região do bairro rural da Campista.

Hortênsias na região do bairro rural da Campista.

Promovido pela colônia japonesa de Campos do Jordão e região, a Festa das Hortênsias costuma acontecer no último final de semana de novembro ou no primeiro final de semana de dezembro. Toda decorada com as flores a festa é muito bonita e conta com pratos típicos da culinária japonesa como tempurá, sushi e sashimi e apresentações de danças e músicas tradicionais do Japão.

Grupo de Taikô se apresentando na festa de 2009. Foto por Lauro Jeans

Grupo de Taikô se apresentando na festa de 2009.Foto por Lauro Jeans

A Festa das Hortênsias costuma ser realizada nas dependências do Recanto Sakura Home. O local onde a festa acontece se chama Parque das Cerejeiras. O parque mantém um lindo e bucólico bosque, excelente para caminhadas tranquilas e reconfortantes para apreciar as flores de cada época do ano. Com destaque para os meses de julho a setembro, das belíssimas cerejeiras em flor, e o verão das lindas hortênsias.

#Ficaadica

A Festa das Hortênsias é excelente para famílias e grupos de excursão, sobretudo da terceira idade.

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bônus

Leia também sobre a belíssima Festa das Cerejeiras.

Para saber mais sobre as hortênsias e Campos do Jordão, clique aqui.

Saiba como cultivar hortênsias, clique aqui.

SERVIÇO
Local: Parque das Cerejeiras
Endereço: Avenida Tassaburo Yamaguchi, 2473, Vila Albertina – Campos do Jordão
Mais informações: (12) 3662-2911

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Pedra do Baú - Campos do Jordão - São Bento do Sapucaí
Natureza, Passeios, Roteiro Família, Roteiros de Aventura

O Circuito Turístico da lendária Pedra do Baú

Nós do Boulevard Geneve entendemos o fascínio que o comendador José Alfredo, protagonista da novela Império, nutria pelo Monte Roraima a ponto de encher a boca para chamá-lo de “meu monte”. O mesmo acontece com a gente, só que com a Pedra do Baú. Mas diferente do personagem da novela que parecia querer o monte só pra ele, a nós interessa muito mais compartilhar a beleza e a incrível sensação que é desbravar o alto da Pedra do Baú. Como ensina o montanhista mais célebre do século XX, Alexander Supertramp, “a felicidade só é real quando compartilhada”. E visitar a Pedra do Baú e os seus arredores é uma experiência transformadora que merece ser vivida por todas as pessoas.

O que é que tem lá cima?

O alto das montanhas sempre intrigou o homem. Mais pelo fascínio e curiosidade do que pelo desafio do risco. Em toda a história da humanidade os grandes picos de altitude sempre foram considerados lugares místicos ou sagrados. Na Grécia Antiga o Monte Olimpo era a residência dos deuses. Na mitologia Taoísta, os imortais viviam nos montes mais altos. No Brasil o Monte Roraima é considerado a morada do Deus Macunaíma. No folclore japonês as montanhas são sagradas e o Monte Fuji, por exemplo, era até pouco tempo considerado por muitos uma passagem para outro mundo. Ainda no tópico de paraísos na terra, o mundo sagrado de Shangri-la para os tibetanos pode ser alcançado pelas montanhas do Himalaia. E mais recentemente na literatura moderna muitos escritores foram para o alto das montanhas a fim de se redescobrirem. Como é o caso de Jack Kerouack, Thoreau e Jon Krakauer, este último autor da biografia do andarilho Chris McCandless, o Supertramp, que inspirou o cultuado filme Na Natureza Selvagem.

pedra do baú

Pedra do Baú 1950 metros de altitude

Não é perigoso, é revelador

Mas esse aspecto de transformação pessoal/mística experimentado por quem sobe uma montanha hoje em dia muitas vezes é ofuscado por uma ideia equivocada muito forte em quem vive em centros urbanos: a ideia de que práticas como o trekking e o montanhismo são atividades radicais, de risco e que exigem muito do corpo. Algo reservado a poucos aventureiros super bem preparados. Quando na verdade subir uma montanha é algo que está ao alcance de todos. Uma prática que pode ser encarada e vivida por todos. E o melhor: uma prática que costuma culminar numa sensação de algo sublime, uma sensação que só o contato estreito com a energia e imensidão da montanha consegue despertar, um sentimento que se aguça com a vista maravilhosa do cume e que nos permite enxergar e sentir que fazemos parte de um todo muito maior, um todo que nunca vamos compreender, mas que de repente passamos a sentir orgulho de pertencer. A natureza.

pedra do baú

O barato do Montanhismo: Se sentir pequeno, mas ao mesmo tempo importante. Parte de algo maior.

O nosso monte

Em Campos do Jordão são muitos os picos que possibilitam essa experiência mais íntima com a natureza, mas dentre todos a Pedra do Baú se destaca. A Pedra do Baú é sem dúvida um dos cartões postais mais marcantes da cidade. É comum guias turísticos e materiais de divulgação sobre Campos trazerem imagens da pedra. Ainda que a pedra esteja localizada na cidade de São Bento do Sapucaí, a formação rochosa é um dos principais pontos turísticos de Campos do Jordão devido o fácil acesso a ela encontrado no município.

pedra do baú

Dizem que o sertanista Oyaguara, primeiro homem branco a por os pés na Serra da Mantiqueira, depois que viu essa vista saiu espalhando para todo mundo.

Outro motivo pelo qual a pedra é tão querida por Campos do Jordão é a vista privilegiada que a cidade tem para ela. Uma vista bem mais majestosa que a de cidades vizinhas. Isso porque vista da área urbana de São Bento do Sapucaí a pedra é estreita; de Sapucaí-Mirim vê-se o contorno de uma lasca de pedra; de Pouso Alegre a imagem que temos da pedra é chata e larga, mas vista de Campos do Jordão é linda, ampla, um ‘baú de pedra” compacta.

pedra do baú

Pedra do Baú vista de Campos do Jordão

Origens

A Pedra do Baú era chamada pelos índios de Embahú (“ponto de vigia” em tupi-guarani). Após as primeiras expedições bandeirantes pela serra da Mantiqueira a pedra passou a ser chamada de Pedra da Canastra (baú grande de guardar pertences), nome dado pelos tropeiros e caboclos da região. Hoje, no entanto, o nome Baú consegue agradar até os historiadores mais puristas, e presta tributo aos dois nomes originais da pedra.

pedra do baú high line

Sempre presente – A Pedra do Baú faz parte do plano de fundo de Campos do Jordão.

Os Pioneiros

O imenso Baú sempre instigou a curiosidade de muita gente. Lendas dão conta que muitos caboclos, tropeiros e fazendeiros acreditavam que havia um “tesouro dos índios” escondido numa gruta, no alto da pedra. E foi esse tesouro que levou os irmãos Antônio e João Cortez a escalarem a pedra. E reza outra lenda foi numa noite de sono agitado em 12 de agosto de 1940 que Antônio sonhou que estava próximo à pedra e uma mulher desconhecida indicou-lhe o lugar onde ele poderia subir. O aventureiro então acordou de sobressalto às três horas da manhã, chamou o irmão e ambos seguiram para a pedra. Lá chegando, Cortez logo identificou o local indicado no sonho e iniciou a escalada. E após onze longos anos de tentativas frustradas Antônio Cortez foi o primeiro homem a subir e correr sobre a pedra, de ponta a ponta.

Anos 40 - Escadinhas da face norte da pedra.

Anos 40 – Escadinhas da face norte da pedra.

Foi assim, sem equipamentos apropriados, sem conhecimento da arte da escalada, sem mapas, apenas guiados por um sonho que os irmãos Cortez conquistaram o topo do Baú. Uma proeza até hoje considerada um marco no montanhismo brasileiro pela ousadia e coragem.

Pioneiro - Antônio Cortez, primeiro homem a escalar a Pedra do Baú.

Pioneiro – Antônio Cortez, primeiro homem a escalar a Pedra do Baú.

E como conta o historiador Pedro Paulo Filho, o espanto na época foi geral. Quando os primeiros raios de Sol iluminaram a pedra, os lavradores da redondeza viram um homem correndo no alto da pedra. Muitos chegaram a pensar que se tratava do diabo em forma de gente, pois jamais alguém havia realizado tamanha façanha. Lá em cima, no entanto, os irmãos Cortez não encontraram nenhum tesouro, mas fizeram algum dinheiro dois anos depois do feito, quando foram encarregados da obra de construção das escadas que hoje possibilitam que qualquer pessoa suba a lendária Pedra do Baú.

chalé pedra do baú

Abrigo Antônio Cortez – Um chalé montanhês no alto da Pedra do Baú.

Além das escadas os irmãos Cortez também participaram da construção de um chalé em cima da Pedra do Baú.  A construção foi patrocinada pelo visionário empresário Luís Dumont Villares, neto de Santos Dumont. Villares era proprietário de uma fazenda em São Bento do Sapucaí com vista privilegiada para a pedra, e esta fascinava a todos de sua família. Encantado com a ideia da possibilidade recente de atingir o cume da pedra o empresário entusiasmou-se e decidiu bancar também a  construção da obra do primeiro abrigo de montanha do país. Para tanto convocou outro visionário, o engenheiro Floriano Rodrigues Pinheiro. O resultado foi um chalé de tijolos e madeira no topo da pedra. De portas abertas para o pernoite de qualquer  aventureiro, a casa tinha um inovador sistema de armazenamento das águas das chuvas, lareira e um livro de cume no seu interior para relato das histórias de quem passava por lá. Hoje, infelizmente, do chalé só restam partes da fundação da obra. Durante anos vândalos subiram a pedra para saquear e degradar o chalé o que levou à destruição completa do abrigo.

No convite de inauguração lê-se: O abrigo Antônio Cortês foi construído em cima da Pedra do Baú à 1900 metros de altitude. Tem uma sala com lareira e um dormitório com 13 camas de campanha. É público e aberto aos turistas que desejarem pernoitar. A Pedra do Baú foi escalada pela primeira vez em 1942(“sic” erro do material de divulgação, o correto é 1940) pelos irmãos Antônio e João Cortês.

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Convite para a inauguração do abrigo Montanhês: Teve bom, teve até churrasco :)

Ecoturismo

Graças aos irmãos Cortez hoje milhares de pessoas podem subir até o topo da Pedra do Baú e se encantar com a vista panorâmica da mata atlântica, do Vale do Paraíba e do Sul de Minas. O conjunto de montanhas rochosas da Pedra do Baú é formado pelas pedras do Bauzinho, Baú e Ana Chata. O ponto culminante fica a 1950 metros e a vista exuberante atrai milhares de turistas todos os anos. E o Circuito Turístico da Pedra do Baú conta com uma infraestrutura que abarca diversas práticas de esportes ao ar livre, com agências de turismo ecológico e de aventura certificadas que prestam tais serviços, bem como um polo de hotéis, pousadas e restaurantes que servem de base para os turistas.

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#WTF – Especialistas costumam chamar formações rochosas de acidentes geológicos. Nós do Boulevard Geneve chamamos de obra prima de Deus mesmo. Na foto: à esquerda o Baúzinho, no meio a Pedra do Baú e à direita Ana Chata.

Qual a boa?

Montanhismo: Várias trilhas circundam o Bauzinho, Baú e Ana Chata e levam ao cume dessas montanhas. Todas brindam os visitantes com vistas incríveis.

A mais fácil exige apenas 10 minutos de caminhada e leva ao cume do Bauzinho, também chamada pelos locais de Pedrinha. Mesmo pessoas da terceira idade(claro que com os joelhos e a saúde em dia) e crianças tiram de letra a empreitada . Já o topo de Ana Chata é mais desafiador e exige mais esforço, entre 2 a 2h30 de caminhada, passando por uma gruta onde os morcegos dormem durante o dia.

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E aí vai encarar?

Mas a que oferece mais emoção e um visual espetacular durante a subida é a rota dos irmãos Cortez para a Pedra do Baú, com cerca de 4 horas de duração(trilha mais subida). Existem duas opções de trilha, ambas contam com uma escada de ferro que vai do pé ao cume. A da face norte, voltada para cidade de São Bento do Sapucaí apresenta às costas do visitante desde os primeiros metros a real dimensão da altura que está sendo vencida. Já o acesso ao cume pela face sul, voltada para Campos do Jordão não é tão exposta. Os mais amedrontados encontram no lado sul às suas costas a mata atlântica que dá uma sensação de maior segurança, uma vez que mascara um pouco a altura.

A empresa Altus Turismo Ecológico costuma promover cafés da manhã no alto da pedra.

A empresa Altus Turismo Ecológico costuma promover cafés da manhã no alto da pedra.

Romantismo à 1950 metros de altura.

Romantismo à 1950 metros de altura.

Escalada em Rocha: Considerado um dos polos mais importantes de escalada do Brasil, cujas vias foram abertas nos anos 70. Para aqueles que dominam suas técnicas e com equipamentos apropriados, existem mais de 80 vias de escaladas catalogadas com diversas graduações, modalidades (livre, artificial e big wall – que necessita pernoitar na parede), atendendo tanto os iniciantes quanto escaladores mais experientes.

Rappel: Técnica de descida por corda utilizando equipamentos de escalada. É praticado no Bauzinho e na Pedra do Baú, sendo o mais indicado para os iniciantes a pedra da Ana Chata. É imprescindível o acompanhamento de guias qualificados.

Voo livre: A quatro quilômetros do estacionamento do Bauzinho está a rampa de voo livre e paraglider. Quem nunca voou, pode experimentar a emoção de voar como os pássaros através do voo duplo.

B.A.S.E Jump: Há poucos anos os praticantes da modalidade B.A.S.E Jump (A sigla B.A.S.E. quer dizer “Building Antenn, Spam & Earth”, ou em português “Prédio, Antena, Ponte e Terra”) descobriram o potencial de saltar do cume da Pedra do Baú com seus minúsculos paraquedas de abertura rápida. Um dos esportes mais radicais, onde qualquer erro pode ser fatal. Não precisamos alertar que é só para profissionais ne?!

Mountain Bike: A Região montanhosa da área da Pedra do Baú possui estradas, trilhas e campos ideais para se pedalar. A equipe da Caloi utiliza a região para treinamento, por combinar grandes desafios com altitude elevada. Através da estrada que liga Campos de Jordão a São Bento do Sapucaí, é possível tomar um acesso até o distrito de Luminosa. Esta estrada possui 18 km de enormes descidas e um visual deslumbrante.

Importante: na área da Pedra do Baú não é autorizada a instalação de barracas para camping. Antes de qualquer decisão procure um local particular para sua instalação.

Pedra do Baú Foto por Erik Cunha

Pedra do Baú Foto por Erik Cunha

O que você vai encontrar lá em cima

A resposta para quem ainda se pergunta o que irá encontrar em cima da pedra mesmo depois de tantas pistas durante o texto é a seguinte. Em cima da Pedra do Baú você encontra algo como aquela paz que sentimos ao ver as ondas do mar quebrarem na praia ou então a sensação de bem estar que temos ao ver as copas das árvores dançando com o vento. Uma sensação maravilhosa de estar vivo e se sentir mais do que vivo, se sentir parte desse todo maior chamado NATUREZA. E isso vale cada gotinha de suor derramado. Pois é… os índios estavam certos. Sempre houve um tesouro em cima da Pedra do Baú.

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Programe sua aventura:

#1 Consulte a previsão do tempo. Com chuva e raio o passeio torna-se extremamente perigoso.
#2 Informe-se quanto à duração média e o grau de dificuldade das trilhas. É recomendável a contratação de guias experientes da região.
#3 O sol na montanha é mascarado pelo frescor da altitude, por isso, utilize sempre o protetor solar.
#4 Deixe sempre alguém que não estará presente no passeio informado sobre sua programação, desta forma, saberão encontrá-lo se houver algum imprevisto.
#5 Controle a duração da aventura para voltar antes do sol baixar promovendo total escuridão nas trilhas de mata fechada. Por precaução tenha sempre uma lanterna com pilhas novas na mochila.
#6 Leve água(muito importante), lanches, sacos de lixo e agasalho para encarar os ventos gelados que sopram no topo da pedra.
#7 Respeite a flora e a fauna, seja cortês e traga seu lixo de volta.

Como chegar

O acesso ao Circuito Turístico da Pedra do Baú via Campos do Jordão se dá pelo bairro Jaguaribe que dá acesso à estrada da Campista (ou Caminho da Pedra do Baú). A estrada desde o início impressiona pelas belas paisagens e na altura do km 8 o motorista visualiza a estrada de acesso ao estacionamento do Baúzinho. A entrada é bem sinalizada e do centro de Campos até o Baúzinho são 12 km de asfalto e 10 km de terra em boas condições.

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fontes: Vale Aventura | Campos do Jordão Cultura | Extremos
Mais informações: www.pedradobau.com.br
 Para Mapas e trilhas, clique aqui.

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Cultura, Natureza, Passeios

Férias no Museu!

O Museu Felícia Leirner preparou uma programação especial para as férias de janeiro. Durante todo o mês estão rolando diversas oficinas e atividades culturais voltadas para todas as idades. Oficinas de dança, percussão, mosaico e artesanato, contação de histórias, vivências, jogos e brincadeiras  estão programadas. Muitas delas ao ar livre. É, fazer arte em meio à natureza em pleno verão sem se derreter só mesmo em Campos do Jordão. Confira abaixo as datas e horários das atividades do “Férias no Museu”.

FÉRIAS NO MUSEU!!!

De 4 a 31 de janeiro

“Os Dois Lados de Felícia: Esculturas e Poesias nos Jardins do Museu”

Data: 4, 8, 11, 15, 18, 22, 25 e 29/1/2015

Nestes dias, a visita poética apresentará as obras de arte da coleção do Museu Felícia Leirner e as relacionará aos textos e as poesias criados pela própria artista. Os participantes serão levados a explorar o acervo de uma nova maneira, descobrindo uma faceta pouco conhecida da escultora.

Horário: das 14h às 17h30, em diversas sessões

“Falando em Felícia”

Data: 4, 6, 11, 13, 18, 20, 25 e 27/1/2015

Nestes dias, o público do Museu e do Auditório poderá conhecer mais sobre a vida e a obra de Felícia Leirner acompanhando uma divertida contação de histórias. Com a ajuda de alguns objetos cênicos, os  personagens e episódios da memória do local e da artista ganharão vida.

Horário: aos domingos (4, 11, 18 e 25), das 10h às 12h, em diversas sessões; às terças (6, 13, 20 e 27), das 14h às 17h30, em diversas sessões

“Conheça a História da Cidade Brincando”

Data: 6, 9, 13, 20, 27 e 30/1/2015

Durante algumas manhãs de janeiro, o público do Museu e do Auditório poderá participar de um jogo de tabuleiro gigante e que  aprenderão sobre a história de Campos do Jordão. Perguntas e desafios farão os jogadores percorrerem alguns locais e descobrirem curiosos episódios e ilustres personagens jordanenses.

Horário: das 10h às 12h, em diversas sessões

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“Caça ao Tesouro Ambiental”

Data: 7, 14, 16, 21 e 28/1/2015

Nestes dias,  o público poderá conferir uma caça ao tesouro diferente, em que os tesouros são a natureza e a descoberta de novos motivos para contribuir com a preservação do meio ambiente. Ao final, os participantes serão convidados a deixar em um painel uma mensagem para que os demais visitantes fiquem atentos ao tema.

Horário: das 10h às 12h, em diversas sessões

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“Aproveitando o Que Sobrou”

Data: 7, 14, 21 e 28/1/2015

Nas quartas-feiras de janeiro, o Museu e o Auditório oferecem uma oficina de mosaicos feitos a partir da reciclagem de materiais. Os participantes poderão reutilizar itens do cotidiano na construção de novos objetos. Em uma conversa descontraída, o público será levado a compreender a importância da consciência sobre o lixo produzido e formas de reaproveitá-lo. Ao final, todos poderão deixar em um painel uma mensagem para que os demais visitantes fiquem atentos ao tema.

Horário: das 14h às 17h30, em diversas sessões

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“Construindo Pássaros”

Data: 8, 15, 22, 23 e 29/1/2015

Os participantes da oficina “Construindo Pássaros” poderão conhecer um pouco mais sobre as aves da fauna local para criarem, a partir de elementos da natureza (galhos e folhas secas, sementes etc.), suas representações desses animais. A atividade partirá da observação do meio ambiente local. Ao final, todos poderão deixar uma mensagem para que os demais visitantes fiquem atentos à preservação da natureza.

Horário: das 10h às 12h, em diversas sessões

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“O Movimento dos Tambores: Percussão e Dança Brasileira”

Data: 9, 16, 23 e 30/1/2015

A ação, realizada pelo Museu e Auditório, que ocorrerá nas tardes de sexta-feira, tem a proposta de trabalhar um ritmo por encontro, sendo: bumba meu boi (Maranhão), coco (Alagoas), cacuriá (Maranhão), jongo (São Paulo/Rio de Janeiro), respeitando os limites e características de cada participante. Em cada aula, os alunos terão contato com a dança e com a percussão característica do ritmo, além de conhecer um pouco sobre a história e as brincadeiras folclóricas de diferentes regiões do país. O curso é continuado e as vagas são limitadas, devendo o interessado inscrever-se antecipadamente.

Horário: das 14h às 16h

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“Laboratório de Desenho”

Data: 10/1/2015

Na programação, oferecida pelo Museu e Auditório, uma sequência de atividades lúdicas serão conduzidas pela artista Cristina Canepa e  levarão os participantes a desenharem e a desmistificarem essa ação, estimulando a compreensão de que todos podem se arriscar no mundo das artes.

Horário: às 11h e às 15h

 “Contos e Brincadeiras Cantadas no Jardim de Felícia”

Data: 17/1/2015

Inspirada no jardim de esculturas da artista Felícia Leirner, a educadora e contadora de história Mirela Estelles abordará a tradição oral e convidará todos a participarem ativamente do desenvolvimento das narrativas, por meio de diferentes propostas e situações, com utilização de música, objetos variados e brincadeiras tradicionais da infância.

Horário: às 11h e às 15h

 “Caixa Mágica”

Data: 24/1/2015

Na oficina, oferecida pelo Museu e Auditório, a artista e educadora Carmem de Lazari apresentará o processo artesanal da construção da imagem, conduzindo o grupo na construção de uma caixa obscura para a observação. É interessante que neste processo todas as medidas serão retiradas do corpo dos próprios participantes, dispensando o uso de réguas e tesouras.

Horário: às 10h30

“Construindo Livros de Tecido”

Data: 24/1/2015

Nesta oficina, a artista e educadora Carmem de Lazari desenvolverá uma vivência em que os participantes entrarão em contato com o mundo das publicações, experimentando todas as etapas da criação de um livro de pano: decidir o roteiro e confeccionar cada página, com base em suas referências pessoais, até a finalização do material.

Horário: às 15h

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“Percussão, Música e Movimento”

Data: 31/1/2015

Oferecida pelo Museu e Auditório, a oficina tem como objetivo abrir um campo lúdico de aprendizado e de descontração, trazendo ampliação da percepção do ritmo, da música, dos movimentos e de  si mesmo. Momentos de coesão e cumplicidade em grupo, diversão e pequenas quebras de condicionamento para arejar o olhar e abrir espaço para novas perspectivas também fazem parte da proposta.

Horário: às 10h30 e às 15h

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SERVIÇO

Museu Felícia Leirner  - Av. Dr. Luis Arrobas Martins, nº 1.880.
Informações e inscrições: (12) 3662-6000
As atividades são gratuitas e as vagas são limitadas
Mais informações - www.museufelicialeirner.org.br ou facebook.com/museufelicialeirner

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Pesca na Montanha: Um pedaço do Canadá na Serra da Mantiqueira

O EcoParque Pesca na Montanha localizado entre Campos do Jordão e São Bento do Sapucaí parece um cantinho do Canadá perdido na Serra da Mantiqueira, tamanha a semelhança com a região dos lagos do oeste canadense. Com o desconto, é claro, das cadeias de montanhas e da neve. Fora isso o parque reúne todas as referências que as pessoas almejam encontrar quando viajam para as montanhas.  Corredores de pinheiros, floresta nativa, chalés, lagos, quedas d’água e muitas trilhas com direito a agradáveis encontros com a fauna local que conta com moradores ilustres como esquilos, veados campeiros, o macaco mono-carvoeiro (espécie ameaçada de extinção), além de uma grande variedade de pássaros, o que fez do local um verdadeiro reduto do birdwatching no Brasil.

Faça um tour virtual, clique aqui.

Um pedacinho do Canadá em plena Serra da Mantiqueira

Um pedacinho do Canadá em plena Serra da Mantiqueira

A região da Serra da Mantiqueira que abriga o Ecoparque Pesca na Montanha é popularmente conhecida como Campista. Sem dúvida uma das áreas preservadas da mata atlântica mais bonitas do país.  O acesso a ela via Campos do Jordão se dá pelo bairro Jaguaribe que dá acesso à estrada da Campista (ou Caminho da Pedra do Baú, sabe como é ne? cidade pequena cada morador conhece por um nome). A estrada desde o início impressiona pelas belas paisagens e na altura do km 8 após passar o bairro rural da Campista e o acesso à Pedra do Baú, o motorista se depara com a entrada do parque. Passando a porteira um corredor de mata fechada acompanha o visitante até os lagos. A primeira vista em dias ensolarados é impressionante, com os chalés e pinheiros refletindo nos lagos.  Bem-vindo ao Canadá, mas um Canadá com sotaque caipira e uma hospitalidade calorosa que só os brasileiros têm.

O acesso ao parque se dá pelo KM 8 da estrada da Campista.

O acesso ao parque se dá pelo KM 8 da estrada da Campista.

Ecoturismo

O Ecoparque nasceu do sonho da empresária paulistana Monica Simonsen. A família Simonsen sempre foi entusiasta de Campos do Jordão e região e adotou há muitos anos a cidade como residência de inverno e verão. Mas Mônica cansada da agitação das grandes cidades decidiu estabelecer-se de vez na serra. Daí nasceu em 1999 o Pesca na Montanha. Um empreendimento turístico e sustentável em uma área bem no coração dos 550 alqueires da Fazenda Campista da família Simonsen. Hoje, passados 15 anos, o parque recebe turistas de todo o país e do exterior.

Os pescadores piram à beira dos lagos com os saltos das trutas mais pesadas. Saiba mais, clique aqui.

Os pescadores piram à beira dos lagos com os saltos das trutas mais pesadas. Saiba mais, clique aqui.

Além do cenário exuberante o ecoparque conta com uma excelente infraestrutura . Cavalos, banhos de cachoeira, ateliers de arte, turismo de aventura, trilhas, arco e flecha, várias modalidades de pesca, pousada e restaurante são algumas das opções nos mais de 200 mil metros quadrados de florestas de pinheiros, bosques de mata nativa e lagos.

O Bike Park do Pesca na Montanha é considerado por muitos como o melhor do país. Saiba mais, clique aqui.

O Bike Park do Pesca na Montanha é considerado por muitos como o melhor do país. Saiba mais, clique aqui.

Por isso tudo o Ecoparque Pesca na Montanha é um excelente programa para se fazer com a família. Um passeio que agrada do vovô pescador à avó que borda e se encanta com o canto dos pássaros, passando pela nora de paladar apurado, o paizão biker até chegar nos filhos mais aventureiros. O parque é diversão garantida para passar um dia inteiro de bem com a vida e em sintonia com a verdadeira essência do ser humano, que é estar em meio à natureza. Sendo assim, ao visitar Campos do Jordão permita-se conhecer esse pedacinho do Canadá encrustado na Serra da Mantiqueira. #ficaadica

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SERVIÇO

Ecoparque Pesca na Montanha

Estrada da Campista km 8

Caminho da Pedra do Baú km 8

Mais informações: www.pescanamontanha.com.br

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A melhor vista da Serra da Mantiqueira

A Pedra do Baú é um importante conjunto de rochas localizado no município de São Bento do Sapucaí. O conjunto é formado pelas formações do Bauzinho, da Pedra do Baú e da pedra Ana Chata. O ponto culminante fica a 1950 metros e a vista exuberante atrai milhares de turistas todos os anos. Ainda que a pedra esteja localizada na cidade de São Bento do Sapucaí, a formação rochosa é um dos principais pontos turísticos de Campos do Jordão devido o fácil acesso a ela encontrado na cidade.

Confira abaixo belíssimos registros fotográficos da Pedra do Baú. E aguarde, em janeiro publicaremos um review completo sobre o circuito turístico da Pedra do Baú com todas as atrações disponíveis na região em volta da pedra.

Mais informações:

wikipediawww.pedradobau.com.br

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