Cultura, História

Cápsula do Tempo é encontrada em Campos do Jordão

Trabalhadores encontraram uma cápsula do tempo durante a reforma da escultura “O Centenário”, da artista Felícia Leirner, localizada em frente da Igreja Nossa Senhora da Saúde, em Campos do Jordão. Pesquisadores, até o momento, tem atribuído a cápsula ao pintor Expedito Camargo Freire (1908-1991).

A escultura que está sendo restaurada.

A escultura que está sendo restaurada.

Segundo o curador do museu da Casa da Xilogravura, o professor Antônio Fernando Costella, a existência da cápsula do tempo já era sabida, o que não se sabia era o local onde ela havia sido enterrada. O pintor Expedito Camargo Freire provavelmente a depositou aos “pés” da escultura na ocasião das comemorações dos 100 anos de Campos do Jordão, em 1974.

A descoberta

Na última terça-feira, dia 14 de abril, durante os trabalhos de restauro da peça ‘O Centenário”, de Felícia Leirner, na Vila Jaguaribe, um dos operários responsáveis pela passagem da fiação elétrica deparou-se com um artefato de ferro, medindo aproximadamente 30cm. Então foi chamada a Secretaria Municipal de Cultura que recolheu o artefato e o identificou como uma cápsula do tempo.

A Pedra do Baú vista de Campos do Jordão, por Camargo Freire.

A Pedra do Baú vista de Campos do Jordão, por Camargo Freire.

O que tem dentro?!

O conteúdo da cápsula do tempo não foi revelado, mas especula-se que a cápsula guarda documentos e desenhos originais feitos pelo consagrado professor Camargo Freire, considerado o pintor que melhor registrou as paisagens de Campos do Jordão. Mas certeza mesmo os cidadãos e turistas de Campos do Jordão só poderão ter no próximo dia 29 de abril, quando o conteúdo da cápsula do tempo será revelado para todos durantes as comemorações do aniversário da cidade.

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